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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ORIXÁ DOS VENTOS - IANSÃ (OYÁ).

Devemos ressaltar que tudo que estamos postando é somente uma forma de pesquisa para nossos visitantes, seguidores, amigos de nossa amada RELIGIOSIDADE. Seja ela, da UMBANDA SAGRADA ou do CANDOMBLÉ. Lembrando que tudo que é apresentado aqui é de forma simples, e básica da básica. Pois o ensinos mais aprofundados de qualquer assunto aqui postado é sempre bom e válido pesquisar com seu devido BABALORIXÁ ou IALORIXÁ.

ERVAS DE IANSÃ (OYÁ)




Acoko ou akòko: No culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Ayé (mundo dos vivos) e Orun (mundo dos espíritos). Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grandeopó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com a iyagbá Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.Akòko – origem África, considerada árvore abundante, provedora de propriedade, atribuída aos òrísàs Ossayn e Ogún, esta árvore na África acomoda em suas sombras assentamentos do òrísà Ogún onde seu culto é extenso, na cidade de Iré. Também usada no culto aos ancestrais. Também conhecida como uma árvore de Osoosi.

O Akòko é uma das folhas preferidas, sendo que costuma ser associada sempre a prosperidade, tanto de dinheiro como de filhos. Essa árvore não é uma espécie nativa do Brasil, sendo introduzida aqui pelos africanos, onde se adaptou perfeitamente.

A folha de Akòko é considerada como a folha da realeza, sendo representada na nação Djeje pelo Vodun Dan e na nação ketú pelo Òrísà Osoosi. Segundo a tradição Mahí os galhos do Akòko devem ser levados junto ao corpo, em viagens longas, ou que ofereçam algum tipo de risco. Durante a execução de obrigações difíceis também. Essa medida teria como finalidade atrair a proteção de Gún, que é um guerreiro terrível e que sempre luta pelos seus filhos. Dizem os antigos que esse ewé está ligado ao final do ciclo da iniciação, quando uma nova etapa na vida do iniciado começará. Por isso é uma folha muito empregada durante cerimônias de festejo dos sete anos (Odu Ige) de iniciado, principalmente quando ocorre entrega de oye (cargo).

Segundo alguns, nenhum rei é considerado rei se não tiver levado no seu ori a folha do akòko. Já no culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Aiyè e Òrún. Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grande opó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.



Alface: É empregada nas obrigações de Egun, e em sacudimentos. O povo a indica para os casos de insónia, usando as folhas ou o pendão floral. Além de chamar o sono, pacifica os nervos.


Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego dos filhos de orixás e na purificação das pedras dos orixás: Nanã, Oxum, Oxumarê, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.



Amoreira (ISAN): Orisás: Oyá e Baba Egun. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: nos rituais de Baba Egun. Terapêutica: folhas: gargarejo contra aftas e inflamações das amídalas, contra diabetes; flores: infecções renais; fruto: reumatismo, artrite, gota e febres.



Angico-da-folha-miúda – Cambuí: Só possui aplicação na medicina caseira a casca ou os frutos em infusão no vinho do porto ou otin (cachaça), age como estimulador do apetite. Os frutos em infusão, também fornecem um licor saboroso, do mesmo modo combate a dispepsia.


Bambu: É um poderoso defumador contra Kiumbas. O banho também é excelente contra perseguidores. Na medicina popular é benéfico contra as doenças ou perturbações nervosas, nas disenterias, diarreias e males do estômago.


Branda Fogo: Considerada erva de Iansã em algumas nações de Candomblé e Umbanda e em outros como sendo de Exu. No grupo que a reconhece como de Iansã, seu uso específico é em banhos e rituais de preparação para a feitura do médium.



Camboatá: Orisás: Oyá, Sango, Yemoja. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: rituais de iniciação, sacralização de objetos rituais, banhos purificatórios. Terapêutica: casca em chá: asma e tosses convulsivas.



Cambuí amarelo: Só é utilizado em banhos de descarrego. A medicina caseira indica como indica como adstringente, e usa o chá nas diarreias ou disenterias.


Catinga-de-mulata: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.


Cordão-de-Frade – Cordão-de-São-Francisco: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.

Cordão-de-Frade verdadeiro: Essa planta é aplicada em banhos tonificantes da aura e limpezas em geral. O povo afirma que hastes e folhas, em cozimento ou chá, combate a asma, melhora o funcionamento dos rins e beneficia no caso de reumatismo.


Cravo-da Índia – Cravo-de- Doce: Entra em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Participa dos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. O povo indica suas folhas e cascas em banhos de assento para debelar a fadiga das pernas. Óptimo nos banhos aromáticos.



Cururú ou Bredo s/Espinho (TÈTÈ): Orisás: todos, principalmente Osalá. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais de iniciação (indispensável), agbos, banhos purificatórios, sacralização de objetos rituais.

Terapêutica: escorbuto, cortes, feridas, males do fígado, afecções urinárias, cistite, retenção de urina. As flores ajudam a curar tosses rebeldes.



Dormideira sensitiva: Não conhecemos seu uso ritualístico. A medicina caseira indica esta planta como emoliente, mais especificamente para bochechos e gargarejos, nas inflamações de boca. Indicada como hipnótico, pondo fim a insônia. É utilizado o cozimento de toda a planta.



Erva Prata (EWÉ DÍGÍ): Orisás: Oyá, Yemoja e Osalá. Elementos: ar/masculino/gùn. Uso Litúrgico: agbo, banhos purificatórios, sacudimentos.

Terapêutica: desconhecida.



Erva Tostão (ÉTINPÓNLÁ): Orisás: Sangô e Oyá. Elementos: fogo/masculino/gùn. Uso Litúrgico: Agbos, contra feitiços, nos rituais para ancestrais, pós. Terapêutica: raízes c/vinho: diurético e regularizador renal e hepático.



Espada de Santa Bárbara (EWÉ IDÀ OYÁ ou OBÉ SEMI OYÁ): Orisás: Oyá. Elementos: Água/masculino/gùn. Uso Litúrgico: sacralização de objetos rituais, sacudimentos e proteção. Terapêutica: males das vias respiratórias.



Espirradeira – Flor-de-São-José: Participa de todas as obrigações nos cultos afro-brasileiros. Esta planta é utilizada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos abô de ori. Pertence aos orixás Xangô e Yansã, porém há, ainda, um outro tipo branco que pertence a Oxalá. O povo indica o suco das folhas desta contra a sarna e pôr fim aos piolhos. Em uso externo.


Eucalipto-limão: de grande aplicação nas obrigações de cabeça e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos de orixá. A medicina caseira indica-o nas febres e para suavizar dores. Usado em banhos de assento, é também emoliente.



Fedegoso (ÀGBÒLÀ): Orisás: Esú, Oyá e Omolú. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios e sacudimentos. Indispensável nos rituais dos ancestrais. Terapêutica: desconhecida



Flamboiant: Não é utilizado em obrigações de cabeça, sendo usado somente em algumas casas de banhos de purificação dos filhos dos orixás. Porém suas flores tem vasto uso, como ornamento, enfeite de obrigação ou de mesas em que estejam arriadas as obrigações. Sem uso na medicina popular.



Fruta Pão (GBÈRÈFÚTÚ): Orixás: Iroko, Oyá e Osalá. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: afastar egun e "tirar mão". Terapêutica: folhas: diarréias – raiz: vermífugo – fruto: tumores e furúnculos.



Gengibre-zingiber: São aplicados os rizomas, a raiz, que se adiciona ao aluá e a outras bebidas. O povo costuma dizer que é também ingrediente no amalá de Xangô. A medicina caseira a usa nos casos de hemorragia de senhoras e contra as perturbações do estômago, em chá.


Gitó-carrapeta – bilreiro: É de hábito ritualístico empregá-la em banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá a que se destina. O povo indica na cura de moléstia dos olhos. Não aconselhamos o uso interno.


Hortelã-da-horta – Hortelã-verde: Muito usada na culinária sagrada. Entra nas obrigações de cabeça alusivas a qualquer orixá. Participa do abô dos filhos-de-santo. A medicina caseira o aponta como eficiente debelador de tosses rebeldes; de bons efeitos nas bronquites é muito útil no tratamento da asma.


Inhame: Seu único emprego ritualístico é o uso das folhas grandes como toalha nas obrigações de Exu. O inhame é tido como depurativo do sangue na medicina caseira.



Jaborandi: Orixás: Oyá e Xangô. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: sacudimentos. Terapêutica: queda de cabelo.



Jenipapo: As folhas servem para banhos de descarrego e limpeza. A medicina caseira aplica o cozimento das cascas no tratamento das úlceras, o caldo dos frutos é combatente de hidropisia.


Lírio do Brejo: São usados folhas e flores nas obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza ou descarrego. O povo emprega o chá das raízes, rizomas, como estomacal e expectorante.


Louro – Loureiro: Planta que simboliza a vitória, por isso pertence a Oyá. Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, mas é usada nas defumações caseiras para atrair recursos financeiros. Suas folhas também são utilizadas para ornamentar a orla das travessas em que se coloca o acarajé para arriar em oferenda a Iansã.



Maracujá: Planta eró e de prosperidade associada a Oya e Ibeijí. Suas folhas são utilizadas no àgbo, em banhos de purificação e na consagração dos objetos rituais do orixá. Tem como função realçar simpatia na vida das pessoas. Nas casas-de-santo, com o nome nagô kankìnsen, usam-se, indistintamente, as espécies passiflora edulis Sims., passiflora alata Dryand., e Passiflora foetida L. Uso em Ifá: Embora citada como planta de Ifá, não consta informação sobre seu uso. Nome popular: Maracujá, flor-da-paixão, maracujá fedorento.

Nome latino: Passiflora edulis Sims.,., Passifloraceae.



Mãe-boa: Seu uso se restringe somente aos banhos de limpeza. Muito usada pelo povo contra o reumatismo, em chá ou banho.


Manjericão-roxo: Empregado nas obrigações de ori dos filhos pertencentes ao orixá do trovão. Colhido e seco, previne contra raios e coriscos em dias de tempestades, usando o defumador. Não possui uso na medicina popular.


Maravilha bonina: Utilizada nas obrigações de ori relativas a Oyá: ebori, lavagem de contas e feitura de santo. Não entra nos abô a serem tomados por via oral. O povo a indica para eliminar leucorreia (corrimentos), hidropisia, males do fígado, afecções hepáticas e cólicas abdominais.


Mimo-de-vênus – Amor-agarradinho: Aplica-se folhas, ramos e flores, em banhos de purificação dos filhos de Oyá. Muito usada na magia amorosa, circundando um prato e metade para dentro do prato e metade para fora; regue a erva com mel de abelhas e arreie em uma moita de bambu. Não possui uso na medicina caseira.



Oxibatá (ÒSÍBÀTÀ): Orisás: Osalá e Yemoja (branca), Osun (amarelo), Oyá, Obá e Yewá (rosa), Nanã (lilás). Elementos: água/feminino/èrò. Uso Litúrgico: iniciações, retirada da mão após a morte, obrigações de 7 anos. Terapêutica: afrodisíaco, abortivo, disenterias, diarréias, moléstias da pele.




Para-Raio (IGÍ MÉSÀN): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: ar/masculino/èrò. Uso Litúrgico: limpeza de ambientes, iniciação. Terapêutica: folhas: abortivo, laxante, estimulante intestinal – frutos: hemorróidas, vermes – lenho: feridas, erisipelas e doenças de pele.




Parietária (EWÉ MONÁN): Orisás: Oyá e Osalá. Elementos: ar/feminino/èrò. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios, sacudimentos de boa sorte. Terapêutica: irritações e inflamações urinárias, cicatrizante e doenças de pele.



Pata de Vaca (ABÀFÈ): Orisás: Omolú/Obaluaiye (branca), Nanã (branca, rosa e lilás) e Oyá (rosa). Elementos: terra/feminina/gùn. Uso Litúrgico: Agbôs e banhos para os filhos de Omolú, Nanã e Oyá. Terapêutica: a branca é usada no combate ao diabetes, afecções renais e elefantíase.


Pinhão Branco (BÒTUJÉ FUNFUN): Orisás: Ogun, Osòósi, Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: banhos de sorte e prosperidade e sacudimentos. Terapêutica: suco viscoso dos galhos: hemostático e coagulante, cura feridas.


Pinhão Roxo (BÒTUJÉ PUPÁ): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: o mesmo do pinhão branco. Terapêutica: a mesma do pinhão branco.



Romã: Erva Sagrada pertencente a Yansã. As folhas são utilizadas em banhos de descarrego. A medicina popular emprega o cozimento das cascas dos frutos para o combate de vermes e o mesmo cozimento para gargarejos nas inflamações de garganta e da boca.



Umbaúba (ÀGBAÓ): Orisás: Branca – Yemoja, Osanyin e Nanã; Roxa – Sango (pega folha prateada também), Oyá e Nanã. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais e banhos de purificação, oferendas de frutos a Osanyin. Terapêutica: frutos: asma e bronquites – chá das folhas: hipertensão, doenças respiratórias, cardíacas, renais e diabetes.



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

ERVAS DE EXU

Amendoeira: Seus galhos são usados nos locais em que o homem exerce suas atividades lucrativas. Na medicina caseira, seus frutos são comestíveis, porém em grande quantidades causam diarréia de sangue. Das sementes fabrica-se o óleo de amêndoas, muito usado para fazer sabonetes por ter efeitos emolientes, além de amaciar a pele.

Amoreira: Planta que armazena fluidos negativos e os solta ao entardecer; é usada pelos sacerdotes no culto a Eguns. Na medicina caseira, é usada para debelar as inflamações da boca e garganta.

Angelim-amargoso: Muito usado em marcenaria, por tratar-se de madeira de lei. Nos rituais, suas folhas e flores são utilizadas nos abô dos filhos de Nanã, e as cascas são utilizadas em banhos fortes com a finalidade de destruir os fluidos negativos que possam haver, realizando um excelente descarrego nos filhos de Exu. A medicina caseira indica o pó de suas sementes contra vermes. Mas cuidado! Deve ser usada em doses pequenas.

Aroeira: Nos terreiros de Candomblé este vegetal pertence a Exu e tem aplicação nas obrigações de cabeça, nos sacudimentos, nos banhos fortes de descarrego e nas purificações de pedras. É usada como adstringente na medicina caseira, apressa a cura de feridas e úlceras, e resolve casos de inflamações do aparelho genital. Também é de grande eficácia nas lavagens genitais.

Arrebenta Cavalo: No uso ritualístico esta erva é empregada em banhos fortes do pescoço para baixo, em hora aberta. É também usado em magias para atrair simpatia. Não é usada na medicina caseira.

Arruda: Planta aromática usada nos rituais porque Exu a indica contra maus fluidos e olho-grande. Suas folhas miúdas são aplicadas nos ebori, banhos de limpeza ou descarrego, o que é fácil de perceber, pois se o ambiente estiver realmente carregado a arruda morre. Ela é também usada como amuleto para proteger do mau-olhado. Seu uso restringe-se à Umbanda. Em seu uso caseiro é aplicada contra a verminose e reumatismos, além de seu sumo curar feridas.

Avelós - Figueira-do-diabo: Seu uso se restringe a purificação das pedras do orixá antes de serem levadas ao assentamento; é usada socada. A medicina caseira indica esta erva para combater úlceras e resolver tumores.

Azevinho: Muito utilizada na magia branca ou negra, ela é empregada nos pactos com entidades. Não é usada na medicina popular.

Bardana: Aplicada nos banhos fortes, para livrar o sacerdote das ondas negativas e eguns. O povo utiliza sua raiz cozida no tratamento de sarnas, tumores e doenças venéreas.

Beladona: Nas cerimônias litúrgicas só tem emprego nos sacudimentos domiciliares ou de locais onde o homem exerça atividades lucrativas. Trabalhos feitos com os galhos desta planta também provocam grande poder de atração. Pouco usada pelo povo devido ao alto princípio ativo que nela existe. Este princípio dilata a pupila e diminui as secreções sudorais, salivares, pancreáticas e lácteas.

Beldroega: Usada na purificação das pedras de Exu. O povo utiliza suas folhas, socadas, para apressar cicatrizações de feridas.

Brinco-de-princesa: É planta sagrada de Exu. Seu uso se restringe a banhos fortes para proteger os filhos deste orixá. Não possui uso popular.

Cabeça-de-nego: No ritual a rama é empregada nos banhos de limpeza e o bulbo nos banhos fortes de descarrego. Esta batata combate reumatismo, menstruações difíceis, flores brancas e inflamações vaginais e uterinas.

Cajueiro: Suas folhas são utilizadas pelo axogun para o sacrifício ritual de animais quadrúpedes. Em seu uso caseiro, ele combate corrimentos e flores brancas. Põe fim a diabetes. Cozinhar as cascas em um litro e meio de água por cinco minutos e depois fazer gargarejos, põe fim ao mau hálito.

Cana-de-açúcar: Suas folhas secas e bagaços são usadas em defumações para purificar o ambiente antes dos trabalhos ritualísticos, pois essa defumação destrói eguns. Não possui uso na medicina caseira.


Cardo-santo: Essa planta afugenta os males, propicia o aparecimento do perdido e faz cair os vermes do corpo dos animais. Na medicina caseira suas folhas são empregadas em oftalmias crônicas, enquanto as raízes e hastes são empregadas contra inflamações da bexiga.

Catingueira: É muito empregada nos banhos de descarrego. Seu sumo serve para fazer a purificação das pedras. Entretanto, não deve fazer parte do axé de Exu onde se depositam pequenos pedaços dos axé das aves ou bichos de quatro patas. Na medicina caseira ela é indicada para menstruações difíceis.


Cebola-cencém: Essa cebola é de Exu e nos rituais seu bulbo é usado para os sacudimentos domiciliares. É empregada da seguinte maneira : corta-se a cebola em pedaços miúdos e, sob os cânticos de Exu, espalha-se pelos cantos dos cômodos e embaixo dos móveis; a seguir, entoe o canto de Ogum e despache para Exu. Este trabalho auxilia na descoberta de falsidades e objetos perdidos. O povo utiliza suas folhas cozidas como emoliente.

Cunanã: Seu uso restringe-se aos banhos de descarrego e limpeza. Substituiu em parte, os sacrifícios a Exu. A medicina caseira indica os galhos novos desta planta para curar úlceras.

Erva-preá: Empregada nos banhos de limpeza, descarrego, sacudimentos pessoais e domiciliares. O povo usa o chá desta erva como aromatizante e excitante. Banhos quentes deste chá melhoram as dores nas articulações, causadas pelo artritismo.

Facheiro-Preto: Aplicada somente nos banhos fortes de limpeza e descarrego. Na medicina caseira, ela é utilizada nas afecções renais e nas diarréias.

Fedegoso Crista-de-galo: Esta erva é utilizada em banhos fortes, de descarrego, pois é eficaz na destruição de Eguns e causadores de enfermidades e doenças. Seus galhos envolvem os ebó de defesa. Com flores e sementes desta planta é feito um pó, o qual é aplicado sobre as pessoas e em locais; é denominado "o pó que faz bem". Na medicina caseira atua com excelente regulador feminino. Além de agir com grande eficácia sobre erisipelas e males do fígado. É usada pelo povo, fazendo o chá com toda erva e bebendo a cada duas horas uma xícara.

Fedegoso: Misturada a outras ervas pertencentes a Exu, o fedegoso realiza os sacudimentos domiciliares. É de grande utilidade para limpar o solo onde foram riscados os pontos de Exu e locais de despacho pertencentes ao deus da liberdade.

Figo Benjamim: Erva usada na purificação de pedras ou ferramentas e na preparação do fetiche de Exu. É empregada também em banhos fortes nas pessoas obsediadas. No uso popular, suas folhas são cozidas para tratar feridas rebeldes e debelar o reumatismo.

Figo do Inferno: Somente as folhas pertencentes a este vegetal são de Exu. Na liturgia, ela é o ponto de concentração de Exu. Não possui uso na medicina popular.

Folha da Fortuna: É empregada em todas as obrigações de cabeça, em banhos de limpeza ou descarrego e nos abôs de quaisquer filhos-de-santo. Na medicina caseira é consagrada por sua eficácia, curando cortes, acelerando a cura nas cicatrizações, contusões e escoriações, usando as folhas socadas sobre os ferimentos. O suco desta erva, puro ou misturado ao leite, ameniza as conseqüências de tombos e quedas.

Juá - Juazeiro: É usada para complementar banhos fortes e raramente está incluída nos banhos de limpeza e descarrego. Seus galhos são usados para cobrir o ebó de defesa. A medicina caseira a indica nas doenças do peito, nos ferimentos e contusões, aplicando as cascas, por natureza, amargas.

Jurema Preta: Tanto na Umbanda quanto no Candomblé, a Jurema Preta é usada nos banhos de descarrego e nos ebó de defesa. O povo a indica no combate a úlceras e cancros, usando o chá das cascas.

Jurubeba: Utilizada em banhos preparatórios de filhos recolhidos ao ariaxé. Na medicina caseira, o chá de suas folhas e frutos propiciam um melhor funcionamento do baço e fígado. É poderoso desobstruente e tônico, além de prevenir e debelar hepatites. Banhos de assentos mornos com essa erva propiciam melhores às articulações das pernas.

Lanterna Chinesa: Utilizada em banhos fortes para descarregar os filhos atacados por eguns. Suas flores enfeitam a casa de Exu. Popularmente, é usada como adstringente e a infusão das flores é indicada para inflamação dos olhos.

Laranjeira do Mato: Seu uso se restringe a banhos fortes, de limpeza e descarrego. Na medicina caseira ela atua com grande eficácia sobre as cólicas abdominais e também menstruais.

Mamão Bravo: Planta utilizada nos banhos de limpeza, descarrego e nos banhos fortes. Além de ser muito empregada nos ebó de defesa, sendo substituída de três em três dias, porque o orixá exige que a erva esteja sempre nova. O povo a utiliza para curar feridas.

Maminha de Porca: Somente seus galhos são usados no ritual e em sacudimentos domiciliares. O povo a indica como restaurador orgânico e tonificador do organismo. Sua casca cozida tem grande eficácia sobre as mordeduras de cobra.

Mamona: Suas folhas servem como recipiente para arriar o ebó de Exu. Suas sementes socadas vão servir para purificar o otá de Exu. Não tem uso na medicina popular.

Mangue Cebola: No ritual, a cebola é usada nos sacudimentos domiciliares. Corte a cebola em pedaços miúdos e, entoando em voz alta o canto de Exu, a espalhe pela casa, nos cantos e sob os móveis. Na medicina caseira, a cebola do mangue esmagada cura feridas rebeldes.

Mangueira: É aplicada nos banhos fortes e nas obrigações de ori, misturada com aroeira, pinhão-roxo, cajueiro e vassourinha-de-relógio, do pescoço para baixo. Ao terminar, vista uma roupa limpa. As folhas servem para cobrir o terreiro em dias de abaçá. Na medicina caseira é indicada para debelar diarréias rebeldes e asma. O cozimento das folhas, em lavagens vaginais, põe fim ao corrimento.

Manjerioba: Utilizada nos banhos fortes, nos descarregos, nas limpezas pessoais e domiciliares e nos sacudimentos pessoais, sempre do pescoço para baixo. O povo a indica como regulador menstrual, beneficiando os órgãos genitais. Utiliza-se o chá em cozimento.

Maria Mole: Aplicada nos banhos de limpeza e descarrego, muito procurada para sacudimentos domiciliares. O povo a indica em cozimento nas dispepsias e como excelente adstringente.

Mata Cabras: Muito utilizado para afugentar eguns e destruir larvas astrais. As pessoas que a usam não devem tocá-la sem cobrir as mãos com pano ou papel, para depois despachá-la na encruzilhada. O povo indica o cozimento de suas folhas e caules para tirar dores dos pés e pernas, com banho morno.

Mata Pasto: Seus galhos são muito utilizados nos banhos de limpeza, descarrego, nos sacudimentos pessoais e domiciliares. O povo a indica contra febres malignas e incômodos digestivos.

Mussambê de Cinco Folhas: Obs.: Sejam eles de sete, cinco, ou três folhas, todos possuem o mesmo efeito, tanto nos trabalhos rituais, quanto na medicina caseira. Esta erva é utilizada por seus efeitos positivos e por serem bem aceitas por Exu no ritual de boas vindas. Na medicina caseira é excelente para curar feridas.

Ora-pro-nobis: É erva integrante do banho forte. Usada nos banhos de descarrego e limpeza. É destruidora de eguns e larvas negativas, além de entrar nos assentamentos dos mensageiros Exus. No uso caseiro, suas folhas atuam como emolientes.

Palmeira Africana: Suas folhas são aplicadas nos banhos de descarrego ou de limpeza. Não possui uso na medicina caseira.

Pau D’alho: Os galhos dessa erva são utilizados nos sacudimentos domiciliares e em banhos fortes, feitos nas encruzilhadas, misturadas com aroeira, pinhão branco ou roxo. Na encruzilhada em que tomar o banho, arrie um mi-ami-ami, oferecido a Exu, de preferência em uma encruzilhada tranqüila. Na medicina caseira ela é usada para exterminar abscessos e tumores. Usa-se socando bem as folhas e colocando-as sobre os tumores. O cozimento de suas folhas, em banhos quentes e demorados, é excelente para o reumatismo e hemorróidas.

Picão da Praia: Não possui uso ritualístico. A medicina caseira o indica como diurético e de grande eficácia nos males da bexiga. Para isso utilize-o sob a forma de chá.

Pimenta Darda: "Aplicada em banhos fortes e nos assentamentos de Exu. Na medicina caseira, suas sementes em infusão são anti-helmínticas, destruindo até ameba.

Pinhão Branco: Aplicada em banhos fortes misturadas com aroeira. Esta planta possui o grande valor de quebrar encantos e em algumas ocasiões substitui o sacrifício de Exu. Suas sementes são usadas pelo povo como purgativo. O leite encontrado por dentro dos galhos é de grande eficácia colocado sobre a erisipela. Porém, deve-se Ter cuidado, pois esse leite contém uma terrível nódoa que inutiliza as roupas.

Pinhão Coral: Erva integrante nos banhos fortes e usadas nos de limpeza e descarrego e nos ebó de defesa. Na medicina caseira o pinhão coral trata feridas rebeldes e úlceras malignas.

Pinhão Roxo: No ritual tem as mesmas aplicações descritas para o pinhão branco. É poderoso nos banhos de limpeza e descarrego, e também nos sacudimentos domiciliares, usando-se os galhos. Não possui uso na medicina popular.


Pixirica - Tapixirica: No ritual faz parte do axé de Exu e Egun. Dela se faz um excelente pó de mudança que propicia a solução de problemas. O pó feito de suas folhas é usado na magia maléfica. Na medicina caseira ela é indicada para as palpitações do coração, para a melhoria do aparelho genital feminino e nas doenças das vias urinárias.

Quixambeira: É aplicada em banhos de descarrego e limpeza para a destruição de eguns e ao pé desta planta são arriadas obrigações a Exu e a Egun. Na medicina caseira, com suas cascas em cozimento, atua como energético adstringente. Lavando as feridas, ela apressa a cicatrização.

Tajujá - Tayuya: É usada em banhos fortes, de limpeza ou descarrego. A rama do tajujá é utilizada para circundar o ebó de defesa. O povo a indica como forte purgativo.

Tamiaranga: É destinada aos banhos fortes, banhos de descarrego e limpeza. É usada nos ebó de defesa. O povo a indica para tratar úlceras e feridas malignas.

Tintureira: Utilizada nos banhos fortes, de limpeza ou descarrego. Bem próximo ao seu tronco são arriadas as obrigações destinadas a Exu. O povo utiliza o cozimento de suas folhas como um energético desinflamatório.

Tiririca: Esta plantinha de escasso crescimento apresenta umas pequeninas batatas aromáticas. Estas são levadas ao fogo e, em seguida, reduzida a pó, o qual funciona como pó de mudança no ritual. Serve para desocupar casas e, colocadas embaixo da língua, desodoriza o hálito e afasta eguns.

Urtiga Branca: É empregada nos banhos fortes, nos de descarrego e limpeza e nos ebó de defesa. Faz parte nos assentamentos. O povo a indica contra as hemorragias pulmonares e brônquicas.

Urtiga Vermelha: Participa em quase todas as preparações do ritual, pois entra nos banhos fortes, de descarrego e limpeza. É axé dos assentamentos de Exu e utilizada nos ebó de defesa. Esta planta socada e reduzida a pó, produz um pó benfazejo. O povo indica o cozimento das raízes e folhas em chá como diurético.

Vassourinha de Botão: Muito empregada nos sacudimentos pessoais e domiciliares. Não possui uso na medicina popular.

Vassourinha de Relógio: Ela somente participa nos sacudimentos domiciliares. Não possui uso na medicina caseira.

Xiquexique: Participa nos banhos fortes, de limpeza ou descarrego. São axé nos assentamentos de Exu e circundam os ebó de defesa. O povo indica esta erva para os males dos rins.

domingo, 12 de agosto de 2012

10 DICAS PARA HIPERTENSÃO


PARA QUEM SOFRE DE HIPERTENSÃO PRESSÃO ALTA: SIMPATIAS

     Hipertensão é pressão alta e esta simpatia ajuda a baixar. Quando os sintomas se apresentarem, faça uma infusão com sete sangrias e banhe os pés da pessoa que tem pressão baixa. Para preparar a infusão, siga a seguinte receita:


     Ferva um litro de água, coloque sete folhas de sete-sangrias e deixe tampado para abafar por cinco minutos. Passado este tempo, despeje numa bacia e acrescente mais um litro de água fria. Pronto, já pode fazer o lava-pés.
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Simpatia para curar pressão alta


Em jejum, um copo de leite morno com um dente de alho moído. Fazer três vezes na semana, durante três semanas. Passar uma semana e recomeçar a segunda vez.
Vá ao médico e veja os resultados.
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Esta simpatia de cura para baixar a pressão
alta é muito utilizada em pessoas que tenham
muito problemas em baixar a pressão, ou manter
uma pressão relativamente normal. Tenha Fé na
hora de fazer pois tenho certeza que sua fé
moverá a montanha que parece alta e logo de
ser alcançada.

Breve – Simpatia para Pressão Alta

1 tubo de azougue

1 pedaça de pano virgem branco

1 linha de custur a branca

Modo de fazer a Simpatia para pressão alta:

Pegar o tubo de azougue,
colocar dentro do pano branco e custurar com
a linha branca. Feito isso deve se usar esta
breve (ou patuá) do lado esquerdo).
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PRESSÃO ALTA

Você vai precisar de:
- 5 folhas de xuxu
- água
Ritual:
Pegue as folhas de xuxu branco, coloque num bule e ferva com água. Deixe esfriar, coe num copo e tome de 4 a 5 dias seguidos.
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Chá para Hipertensão - Receita Natural

A embaúba, árvore genuinamente brasileira, é muito usada em casos de pressão alta (hipertensão). Apesar de não ser exatamente um a erva, um chá a partir de suas folhas pode auxiliar o tratamento de quem sofre dos sintomas da hipertensão arterial. Vejamos como fazer este chá.


Embaúba

Embaúba
Você vai precisar de:

1 colher de chá de folhas secas de embaúba picadas,
1 xícara de chá de água
Modo de Preparo:

Ferva a xícara de água e, em seguida coloque as folhas de embaúba picadas. Deixe abafado por uns cinco minutos.

Posologia

Beba três xícaras do chá por dia

Outras dicas

Além de combater os sintomas da pressão alta, como utilizado para baixar a pressão arterial, o chá de embaúba também auxilia em casos de asma e bronquite. Em infusão, pode ajudar também na diarréia.

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Anteriormente, ensinamos você a preparar um chá para pressão alta, feito com folhas de erva cidreira e maracujá. O chá de embaúba e chá de alho também são eficientes no tratamento da hipertensão. Quem sofre a pressão alta ainda pode recorrer ao remédio natural que ensinaremos a seguir. A bebida ajuda a reduzir a pressão momentaneamente, mas não substitui um tratamento médico adequado.


Alho para tratamento da pressão alta

Você vai precisar de:

4 dentes de alho
suco de 3 limões
1 copo (250m ml) de água de coco
Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador por cerca de 1 minuto.

Posologia

Tomar 1 copo da bebida quando a pressão estiver elevada, de preferência pela manhã.

Cuidados

Não tome o remédio em jejum, pois o alho pode causar gastrite.
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Já havíamos dado a receita de um remédio natural para pressão alta com base em um chá com folhas de Embaúba. Aqui veremos outra alternativa, um chá com erva cidreira e maracujá que promete ter os mesmos efeitos, auxiliando a quem sofre com problemas de hipertensão ou pressão alta.


Erva Cidreira

Você vai precisar de:

uma colher de chá de folhas frescas de erva cidreira
uma colher de chá de folhas frescas de maracujá
duas xícaras de chá de água
Modo de Preparo:

Ferva os ingredientes em um recipiente e espere amornar. Coe.

Posologia

Beba uma xícara deste chá para hipertensão três vezes ao dia.

Cuidados

Gestantes e pessoas com pressão baixa devem evitar o consumo
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PARA BAIXAR A PRESSÃO

Pegue um cotonete, molhe no iodo e faça um X na sola do pé
direito. Esta simpatia só pode ser feita quando a pessoa
sentir que está com a pressão alta, e assim que a executar,
 a pressão baixará imediatamente.
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PARA BAIXAR A PRESSÃO

Pepino
É reconhecido como sendo provavelmente o melhor dos diuréticos naturais que se tem conhecimento. Possui ainda outras propriedades valiosas, como: promover o crescimento do cabelo, em virtude de seu elevado conteúdo em silício e enxofre. Seu valor é acentuado quando seu suco é aliado a cenoura, alface e espinafre. O suco de pepino junto ao de cenoura é benéfico nos estados reumáticos, que são resultantes da retenção excessiva de ácido úrico no organismo. Um pouco de beterraba aliado a essa mistura acelera o processo geral de cura.

Graças ao seu teor elevado de potássio, o suco do pepino presta valiosos auxílios nos casos de alta ou baixa pressão arterial. É muito útil também nas enfermidades dos dentes e das gengivas, inflamação da garganta, bexiga, tubo digestivo, gota e piorréia. Erupções cutâneas de muitos tipos podem se tratadas com o suco de pepino misturado com sucos de cenoura e alface. Segundo A. Balbach, no livro (As Frutas Na Medicina Doméstica), o pepino contém em sua composição química: proteínas, potássio, fósforo, cálcio, sódio, silício, enxofre, cloro, magnésio, ferro, vitamina A, B1, B2, B5, C.

O suco do pepino também é um cosmético para o rosto. Toma-se 6(seis) pepinos bem maduros e parta em sentido longitudinal. Retire a polpa com uma colher e em seguida bata uma clara de ovo separadamente e misture à polpa com 100 gramas de água de rosas. Mexa bem e adicione 50 gramas de álcool puro. Tape o vidro e deixe repousar durante três ou quatro dias. Côa-se através de um pano limpo e guarde em frasco bem tampado. Agite antes de usar. Essa mistura pode ser usada para remover manchas, sardas, rugas, etc., e também para suavizar e embelezar a pele.

Não é recomendado o uso do pepino cozido ou em conserva. A melhor forma de comê-lo é cru, fresco, ao natural, para que não perca suas excelentes riquezas vitamínicas e minerais. O certo é abrir e descascar no momento de que irá comê-lo.

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PARA BAIXAR A PRESSÃO

Chá de espinheiro-branco e Crisântemo:
espinheiro-branco
Crisântemo
O espinheiro-branco ajuda a melhorar a circulação coronária, tornando o coração mais eficiente, enquanto as flores de crisântemo o relaxam e melhoram o fluxo de sangue. Esta mistura é ideal para problemas menores.
Ingredientes:

30 g de topos floridos secos de espinheiro-branco.
25 g de flores secas de crisântemo preparadas.
25 g de flores de tília.
20 g de milefólio.
Água.
Como Preparar o Chá :
Misturar as ervas e guardar num recipiente seco e hermeticamente fechado.
Deitar 2 colheres de chá da mistura numa chávena de tisana ou bule pequeno, juntar água a ferver e deixar abrir durante 10 minutos. Passar pelo passador.
Tratamento:
Beber uma chávena 3 vezes por dia.
Tratamento Suplementar:
Eliminar da dieta chá, café e álcool e evitar o excesso de sal. Tomar diariamente 400 UI de vitamina E.
Precauções:
Não usar o milefólio durante a gravidez. Vigiar regularmente a tensão arterial e não substituir uma medicação ortodoxa continuada por plantas sem consultar o médico

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Suco para pressão alta ou hipertensão

A hipertensão muitas vezes é conseqüência do hábito de fumar, obesidade, estresse, uso de estimulantes como café, algumas espécies de chás, drogas, sal, álcool e o uso de contraceptivos. Essa doença deve ser monitorada periodicamente por um médico. Para preparar um suco para melhorar sua pressão você vai precisar de :

Ingredientes:

Suco de 1 limão
2-Dentes de alho
1-Copo de água mineral
Adoçar a gosto

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador e tome o suco três vezes ao dia, entre as refeições.
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Pressão alta e prisão de ventre? Coma berinjela!
Por Karla Precioso postado em 06/09/2011 às 16h00Comentários (0)


A berinjela é fonte de sódio, mineral que ajuda a regular a pressão. Mas atenção: falo aqui da substância naturalmente presente no alimento e que traz o benefício. O sódio que está no sal de cozinha, nos temperos, nos enlatados, nos embutidos e nos alimentos industrializados — esse, sim, pode ser maléfico e provocar hipertensão.

Cheia de fibras, a berinjela ainda estimula o intestino, ajudando a aliviar a prisão de ventre.

Na hora de preparar:

Corte as berinjelas ao meio e pincele com azeite. Leve ao forno médio por 30 minutos. Então, retire a polpa com a ajuda de uma colher, amassando-a com um garfo. Espere esfriar e misture com os demais ingredientes. Sirva acompanhada de torradas.
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Suco de Beterraba Contra Pressão Alta

Hipertensão pode ser combatida pelo suco de beterraba

O consumo de meio litro de suco de beterraba por dia pode ajudar a baixar a pressão sanguínea significativamente, segundo pesquisa britânica publicada na revista online Hypertension. Aparentemente, a substância chave parece ser o nitrato, também encontrado em vegetais verde-escuros e folhosos.

Os pesquisadores concluíram que, em voluntários saudáveis, a pressão arterial diminuiu uma hora depois de consumido o suco, mas o efeito era ainda mais forte depois de três a quatro horas, e continuava a ser sentido até 24 horas depois de tomada a bebida.

O estudo conjunto da Queens University e da Universidade de Exeter poderia abrir caminho para um tratamento de baixo custo contra a pressão alta. Anteriormente, os benefícios das dietas ricas em frutas e legumes eram atribuídos ao seu alto conteúdo de vitaminas antioxidantes.

Os pesquisadores mostraram que o nitrato presente no suco é convertido em nitrito na saliva, por bactérias presentes na língua. Esta saliva contendo nitrito é engolida, e no ambiente ácido do estômago ela é ou convertida em óxido nítrico, ou reinserida na circulação como nitrito.

O ápice da redução da pressão arterial coincidiu com o ápice dos níveis de nitrito na circulação. A redução da pressão, no entanto, não foi observada em um segundo grupo de voluntários, que não engoliu a saliva enquanto bebia o suco, ou durante as três horas seguintes.

Mais de 25% da população mundial é hipertensa e há estimativas de que este número poderia chegar a 29% até 2025. A hipertensão é apontada como causa de cerca de 50% dos problemas cardíacos e aproximadamente 75% dos derrames.

"Nossa pesquisa sugere que beber suco de beterraba, ou consumir outros vegetais ricos em nitrato, pode ser uma maneira simples de manter um sistema cardiovascular saudável, e pode vir a ser mais uma forma de combater a pressão alta", disse a médica Amrita Ahluwalia, envolvida no estudo.

O professor Graham McGregor, da British Hypertension Society, descreveu a pesquisa como "interessante". Segundo ele, "isso mostra que o suco de beterraba baixa a pressão a curto prazo em voluntários com pressão sanguínea normal".

"Agora precisamos de pesquisas para ver se ele tem efeito sobre pessoas que apresentam pressão alta há um longo período de tempo." Segundo McGregor, já há pesquisas mostrando que uma dieta rica em frutas e legumes tem impacto benéfico sobre a hipertensão.

"Apesar de sabermos que uma dieta rica em frutas e legumes como parte de uma dieta balanceada é benéfica à saúde do coração, nós ainda não sabemos se há alguns mais benéficos do que outros, então, por enquanto, as pessoas devem continuar a consumir uma ampla variedade para atingir as cinco porções diárias de frutas e legumes."
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Brócolis para baixar pressão alta
Um dos alimentos recomendados é o brócolis (ou brócolos). Este alimento está cientificamente comprovado como tendo um efeito bastante significativo em baixar a pressão arterial elevada. Por outro lado, é ainda indicado para prevenir o cancro da mama e da próstata.
Além dos seus efeitos medicinais, deve-se ainda referir que este alimento é bastante rico em fibras, possui um poder antioxidante forte, é uma fonte de cálcio, e possui as vitaminas A e C, bastante importantes para o bom funcionamento do organismo.
O brócolis deverá ser consumido cozido, quer seja em água, quer seja a vapor. Poderá ser congelado e ingerido mais tarde se assim o desejar.
A hipertensão é um problema silencioso em alguns casos, por isso é importante tomar alguns cuidados. Fazer consultas regulares para verificar se está tudo bem é um primeiro passo para poder evitar e prevenir potenciais consequências desta doença crónica. Uma alimentação equilibrada e exercício físico são igualmente outro fator muito importante para evitar problemas deste género.
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