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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ORIXÁ DOS VENTOS - IANSÃ (OYÁ).

Devemos ressaltar que tudo que estamos postando é somente uma forma de pesquisa para nossos visitantes, seguidores, amigos de nossa amada RELIGIOSIDADE. Seja ela, da UMBANDA SAGRADA ou do CANDOMBLÉ. Lembrando que tudo que é apresentado aqui é de forma simples, e básica da básica. Pois o ensinos mais aprofundados de qualquer assunto aqui postado é sempre bom e válido pesquisar com seu devido BABALORIXÁ ou IALORIXÁ.

ERVAS DE IANSÃ (OYÁ)




Acoko ou akòko: No culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Ayé (mundo dos vivos) e Orun (mundo dos espíritos). Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grandeopó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com a iyagbá Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.Akòko – origem África, considerada árvore abundante, provedora de propriedade, atribuída aos òrísàs Ossayn e Ogún, esta árvore na África acomoda em suas sombras assentamentos do òrísà Ogún onde seu culto é extenso, na cidade de Iré. Também usada no culto aos ancestrais. Também conhecida como uma árvore de Osoosi.

O Akòko é uma das folhas preferidas, sendo que costuma ser associada sempre a prosperidade, tanto de dinheiro como de filhos. Essa árvore não é uma espécie nativa do Brasil, sendo introduzida aqui pelos africanos, onde se adaptou perfeitamente.

A folha de Akòko é considerada como a folha da realeza, sendo representada na nação Djeje pelo Vodun Dan e na nação ketú pelo Òrísà Osoosi. Segundo a tradição Mahí os galhos do Akòko devem ser levados junto ao corpo, em viagens longas, ou que ofereçam algum tipo de risco. Durante a execução de obrigações difíceis também. Essa medida teria como finalidade atrair a proteção de Gún, que é um guerreiro terrível e que sempre luta pelos seus filhos. Dizem os antigos que esse ewé está ligado ao final do ciclo da iniciação, quando uma nova etapa na vida do iniciado começará. Por isso é uma folha muito empregada durante cerimônias de festejo dos sete anos (Odu Ige) de iniciado, principalmente quando ocorre entrega de oye (cargo).

Segundo alguns, nenhum rei é considerado rei se não tiver levado no seu ori a folha do akòko. Já no culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Aiyè e Òrún. Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grande opó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.



Alface: É empregada nas obrigações de Egun, e em sacudimentos. O povo a indica para os casos de insónia, usando as folhas ou o pendão floral. Além de chamar o sono, pacifica os nervos.


Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego dos filhos de orixás e na purificação das pedras dos orixás: Nanã, Oxum, Oxumarê, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.



Amoreira (ISAN): Orisás: Oyá e Baba Egun. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: nos rituais de Baba Egun. Terapêutica: folhas: gargarejo contra aftas e inflamações das amídalas, contra diabetes; flores: infecções renais; fruto: reumatismo, artrite, gota e febres.



Angico-da-folha-miúda – Cambuí: Só possui aplicação na medicina caseira a casca ou os frutos em infusão no vinho do porto ou otin (cachaça), age como estimulador do apetite. Os frutos em infusão, também fornecem um licor saboroso, do mesmo modo combate a dispepsia.


Bambu: É um poderoso defumador contra Kiumbas. O banho também é excelente contra perseguidores. Na medicina popular é benéfico contra as doenças ou perturbações nervosas, nas disenterias, diarreias e males do estômago.


Branda Fogo: Considerada erva de Iansã em algumas nações de Candomblé e Umbanda e em outros como sendo de Exu. No grupo que a reconhece como de Iansã, seu uso específico é em banhos e rituais de preparação para a feitura do médium.



Camboatá: Orisás: Oyá, Sango, Yemoja. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: rituais de iniciação, sacralização de objetos rituais, banhos purificatórios. Terapêutica: casca em chá: asma e tosses convulsivas.



Cambuí amarelo: Só é utilizado em banhos de descarrego. A medicina caseira indica como indica como adstringente, e usa o chá nas diarreias ou disenterias.


Catinga-de-mulata: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.


Cordão-de-Frade – Cordão-de-São-Francisco: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.

Cordão-de-Frade verdadeiro: Essa planta é aplicada em banhos tonificantes da aura e limpezas em geral. O povo afirma que hastes e folhas, em cozimento ou chá, combate a asma, melhora o funcionamento dos rins e beneficia no caso de reumatismo.


Cravo-da Índia – Cravo-de- Doce: Entra em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Participa dos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. O povo indica suas folhas e cascas em banhos de assento para debelar a fadiga das pernas. Óptimo nos banhos aromáticos.



Cururú ou Bredo s/Espinho (TÈTÈ): Orisás: todos, principalmente Osalá. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais de iniciação (indispensável), agbos, banhos purificatórios, sacralização de objetos rituais.

Terapêutica: escorbuto, cortes, feridas, males do fígado, afecções urinárias, cistite, retenção de urina. As flores ajudam a curar tosses rebeldes.



Dormideira sensitiva: Não conhecemos seu uso ritualístico. A medicina caseira indica esta planta como emoliente, mais especificamente para bochechos e gargarejos, nas inflamações de boca. Indicada como hipnótico, pondo fim a insônia. É utilizado o cozimento de toda a planta.



Erva Prata (EWÉ DÍGÍ): Orisás: Oyá, Yemoja e Osalá. Elementos: ar/masculino/gùn. Uso Litúrgico: agbo, banhos purificatórios, sacudimentos.

Terapêutica: desconhecida.



Erva Tostão (ÉTINPÓNLÁ): Orisás: Sangô e Oyá. Elementos: fogo/masculino/gùn. Uso Litúrgico: Agbos, contra feitiços, nos rituais para ancestrais, pós. Terapêutica: raízes c/vinho: diurético e regularizador renal e hepático.



Espada de Santa Bárbara (EWÉ IDÀ OYÁ ou OBÉ SEMI OYÁ): Orisás: Oyá. Elementos: Água/masculino/gùn. Uso Litúrgico: sacralização de objetos rituais, sacudimentos e proteção. Terapêutica: males das vias respiratórias.



Espirradeira – Flor-de-São-José: Participa de todas as obrigações nos cultos afro-brasileiros. Esta planta é utilizada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos abô de ori. Pertence aos orixás Xangô e Yansã, porém há, ainda, um outro tipo branco que pertence a Oxalá. O povo indica o suco das folhas desta contra a sarna e pôr fim aos piolhos. Em uso externo.


Eucalipto-limão: de grande aplicação nas obrigações de cabeça e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos de orixá. A medicina caseira indica-o nas febres e para suavizar dores. Usado em banhos de assento, é também emoliente.



Fedegoso (ÀGBÒLÀ): Orisás: Esú, Oyá e Omolú. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios e sacudimentos. Indispensável nos rituais dos ancestrais. Terapêutica: desconhecida



Flamboiant: Não é utilizado em obrigações de cabeça, sendo usado somente em algumas casas de banhos de purificação dos filhos dos orixás. Porém suas flores tem vasto uso, como ornamento, enfeite de obrigação ou de mesas em que estejam arriadas as obrigações. Sem uso na medicina popular.



Fruta Pão (GBÈRÈFÚTÚ): Orixás: Iroko, Oyá e Osalá. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: afastar egun e "tirar mão". Terapêutica: folhas: diarréias – raiz: vermífugo – fruto: tumores e furúnculos.



Gengibre-zingiber: São aplicados os rizomas, a raiz, que se adiciona ao aluá e a outras bebidas. O povo costuma dizer que é também ingrediente no amalá de Xangô. A medicina caseira a usa nos casos de hemorragia de senhoras e contra as perturbações do estômago, em chá.


Gitó-carrapeta – bilreiro: É de hábito ritualístico empregá-la em banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá a que se destina. O povo indica na cura de moléstia dos olhos. Não aconselhamos o uso interno.


Hortelã-da-horta – Hortelã-verde: Muito usada na culinária sagrada. Entra nas obrigações de cabeça alusivas a qualquer orixá. Participa do abô dos filhos-de-santo. A medicina caseira o aponta como eficiente debelador de tosses rebeldes; de bons efeitos nas bronquites é muito útil no tratamento da asma.


Inhame: Seu único emprego ritualístico é o uso das folhas grandes como toalha nas obrigações de Exu. O inhame é tido como depurativo do sangue na medicina caseira.



Jaborandi: Orixás: Oyá e Xangô. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: sacudimentos. Terapêutica: queda de cabelo.



Jenipapo: As folhas servem para banhos de descarrego e limpeza. A medicina caseira aplica o cozimento das cascas no tratamento das úlceras, o caldo dos frutos é combatente de hidropisia.


Lírio do Brejo: São usados folhas e flores nas obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza ou descarrego. O povo emprega o chá das raízes, rizomas, como estomacal e expectorante.


Louro – Loureiro: Planta que simboliza a vitória, por isso pertence a Oyá. Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, mas é usada nas defumações caseiras para atrair recursos financeiros. Suas folhas também são utilizadas para ornamentar a orla das travessas em que se coloca o acarajé para arriar em oferenda a Iansã.



Maracujá: Planta eró e de prosperidade associada a Oya e Ibeijí. Suas folhas são utilizadas no àgbo, em banhos de purificação e na consagração dos objetos rituais do orixá. Tem como função realçar simpatia na vida das pessoas. Nas casas-de-santo, com o nome nagô kankìnsen, usam-se, indistintamente, as espécies passiflora edulis Sims., passiflora alata Dryand., e Passiflora foetida L. Uso em Ifá: Embora citada como planta de Ifá, não consta informação sobre seu uso. Nome popular: Maracujá, flor-da-paixão, maracujá fedorento.

Nome latino: Passiflora edulis Sims.,., Passifloraceae.



Mãe-boa: Seu uso se restringe somente aos banhos de limpeza. Muito usada pelo povo contra o reumatismo, em chá ou banho.


Manjericão-roxo: Empregado nas obrigações de ori dos filhos pertencentes ao orixá do trovão. Colhido e seco, previne contra raios e coriscos em dias de tempestades, usando o defumador. Não possui uso na medicina popular.


Maravilha bonina: Utilizada nas obrigações de ori relativas a Oyá: ebori, lavagem de contas e feitura de santo. Não entra nos abô a serem tomados por via oral. O povo a indica para eliminar leucorreia (corrimentos), hidropisia, males do fígado, afecções hepáticas e cólicas abdominais.


Mimo-de-vênus – Amor-agarradinho: Aplica-se folhas, ramos e flores, em banhos de purificação dos filhos de Oyá. Muito usada na magia amorosa, circundando um prato e metade para dentro do prato e metade para fora; regue a erva com mel de abelhas e arreie em uma moita de bambu. Não possui uso na medicina caseira.



Oxibatá (ÒSÍBÀTÀ): Orisás: Osalá e Yemoja (branca), Osun (amarelo), Oyá, Obá e Yewá (rosa), Nanã (lilás). Elementos: água/feminino/èrò. Uso Litúrgico: iniciações, retirada da mão após a morte, obrigações de 7 anos. Terapêutica: afrodisíaco, abortivo, disenterias, diarréias, moléstias da pele.




Para-Raio (IGÍ MÉSÀN): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: ar/masculino/èrò. Uso Litúrgico: limpeza de ambientes, iniciação. Terapêutica: folhas: abortivo, laxante, estimulante intestinal – frutos: hemorróidas, vermes – lenho: feridas, erisipelas e doenças de pele.




Parietária (EWÉ MONÁN): Orisás: Oyá e Osalá. Elementos: ar/feminino/èrò. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios, sacudimentos de boa sorte. Terapêutica: irritações e inflamações urinárias, cicatrizante e doenças de pele.



Pata de Vaca (ABÀFÈ): Orisás: Omolú/Obaluaiye (branca), Nanã (branca, rosa e lilás) e Oyá (rosa). Elementos: terra/feminina/gùn. Uso Litúrgico: Agbôs e banhos para os filhos de Omolú, Nanã e Oyá. Terapêutica: a branca é usada no combate ao diabetes, afecções renais e elefantíase.


Pinhão Branco (BÒTUJÉ FUNFUN): Orisás: Ogun, Osòósi, Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: banhos de sorte e prosperidade e sacudimentos. Terapêutica: suco viscoso dos galhos: hemostático e coagulante, cura feridas.


Pinhão Roxo (BÒTUJÉ PUPÁ): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: o mesmo do pinhão branco. Terapêutica: a mesma do pinhão branco.



Romã: Erva Sagrada pertencente a Yansã. As folhas são utilizadas em banhos de descarrego. A medicina popular emprega o cozimento das cascas dos frutos para o combate de vermes e o mesmo cozimento para gargarejos nas inflamações de garganta e da boca.



Umbaúba (ÀGBAÓ): Orisás: Branca – Yemoja, Osanyin e Nanã; Roxa – Sango (pega folha prateada também), Oyá e Nanã. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais e banhos de purificação, oferendas de frutos a Osanyin. Terapêutica: frutos: asma e bronquites – chá das folhas: hipertensão, doenças respiratórias, cardíacas, renais e diabetes.



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Santa Rita de Cassia




Santa Rita de Cassia Uma Santa Católica sincretizada na Umbanda como Obá nem todos terreiros de Umbanda toca ou tem Obá isso não quer dizer que não exista o sincretismo, vejamos dia 22 Maio é o dia da Santa
Obá é um Orixá feminina, pouco cultuada em terreiros de Umbanda. A maioria dos terreiros espalhados pelo Brasil cultuam Obá como sendo a mesma Orixá Iansã, pois segundo a lenda Obá era irmã de Oyá (Iansã) e suas histórias se misturam.
Ela também é Guerreira, veste vermelho e branco, usa escudo, arco e flecha (Ofá).
O Orixá Obá representa as águas revoltas dos rios. As pororocas, as águas fortes, o lugar das quedas são considerados domínios de Obá. Ela também controla o barro, água parada, lama, lodo e as enchentes. Trabalha junto com Nanã.
 Representa também o aspecto masculino das mulheres (fisicamente) e a transformação dos alimentos de crus em cozidos. É também a dona da gira.
Obá, embora feminina, energética, temida, e forte, considerada mais forte que muitos Orixás masculinos, vencendo na luta Oxalá, Oyá (Iansã), Oxumaré e Exú.
Vejam as Características dos filhos (arquétipo) de Obá: Os filhos e filhas de Obá são lutadores, bravos, um tanto agressivos, o que as levam a serem pouco compreendidos. Frequentemente tendem a terem experiências infelizes e amargas. São ciumentos, pois são muito zelosas com tudo que lhe pertencem. Porém, pessoas de grande valor e dedicação. Tendem a alcançar seus ideais. Dedicadas e muitas vezes ingênuas, principalmente em relação ao amor e as amizades.
Sua Cor: Marrom raiado, vermelho e amarelo
Seus Fio de Contas (Guia): Marrom, vermelho ou amarelo
Suas Ervas: Louro, Mãe-boa, Manjericão roxo
 Símbolo: Ofange (Espada) e Escudo de cobre
Pontos da Natureza: Águas revoltas
Flores: Gerânio, flor de Romã
Pedras: Quartzo
Metal: Cobre
Dia da Semana: Quarta-feira
Elemento: Fogo e Água
Saudação: “Obá Siré!”
Bebida: Champanhe
Comidas: Inhame
Data Comemorativa: 22 de maio
Sincretismo: Santa Rita de Cássia , Nossa Senhora Das Neves
Incompatibilidades (Quizilas): Abóbora e rato


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Reza de Yaô «» Gbàdúrá iaô

Yaô

Gbàdúrá iaô
Reza de Yaô
Emi omo Òrìsà, ki mon e temi
Eu sou filho de Orixá, que eu seja Reconhecido por vós
Emi omo Òrìsà, ki mon e temi
Eu sou filho de Orixá, que eu seja Reconhecido por vós
Iaô ki ó E GbE, ki mon e temi
Convosco morar Yaô que vim, que eu Seja Reconhecido por vós
Iaô ki ó E GbE, ki mon e temi
Convosco morar Yaô que vim, que eu seja Reconhecido por vós
Iaô ki gbe e ó, ki gbe e ó, ki gbe e ó
Convosco morar Yaô que vim, convosco que vim morar convosco, Morar
Ki gbe e ó, ki gbe e ó, Orisa wa t'ilé
Que vim morar convosco, que vim morar convosco, Orixá da Nossa Casa
Ngbà Ilé 'gbe awa, Orisa wa t'ilé
A casa aceita nós morarmos, Orixá da Nossa Casa
Ngbà Ilé 'gbe awa
Nós aceitamos morar


Ilé Omo ní ire ó 'um Ngbe
O filho está feliz em morar em nossa casa
Ó Ngbe um Ilé, ire ó
Ele mora em nossa casa, ele está feliz
Ilé Omo ní ire ó 'um Ngbe
O filho está feliz em morar em nossa casa
Ó Ngbe um Ilé, ire ó
Ele mora em nossa casa, ele está feliz
Séré ebile wa ó um 'Ndé
Tornou feliz a nossa família à sua chegada
Omo l'ayo ire ó 'wa Ndé
O filho contente e feliz em chegar até nós
L'ire ó ayo
Ele está feliz e contente


Omo ní ará Ilé wa ó
O filho é membro da nossa casa (parente)
Oun de ara Ilé wa ó
Ele chegou e é membro da Nossa Casa
Omo ní ará Ilé wa ó
O filho é parente da nossa família (casa)
Oun de ara Ilé wa ó
Ele chegou e é parente da Nossa Casa
Orixás

Gbàdúrà Òrìsà
Reza dos Orixás
É Òrìsà Wa Ni Ejo
E Suprir venha Orixá-nos
Ó dide mi so e NBO Ki O '
Eu peço me erga, Saudando-vos e cultuando-vos
Sori um lé, atrás bò Jae-lae
Sobre a nossa casa, com licença, Cubra-nos e sempre
É um Òrìsà ní Ejo
E Orixá que nós sejamos supridos
Ó dide mi so yin bo Onòn
Erga-me eu peço, cultuando-vos no caminho
Ó sé uma tradição, uma tradição ó uma sé
Faça-nos felizes, faça-nos felizes
Babá um pecado e Ilé
Pai da Nossa Casa, Serviremos vos
É um Òrìsà ki Oní ó l'oro
Orixá para quem fazemos hoje culto tradicional
E wá sé um lore babá um pecado e Ilé
Venha nos fazer felizes, Pai da nossa casa, nós vos Serviremos


Comidas


O'nje Gbàdúrà
Reza das comidas
'MBA ló ojúmón um jeun
Juntos vamos comer a comida da Manhã
'MBA ló ojúmón um jeun
Juntos vamos comer a comida da Manhã
A ojúmón jeun mba ló
Vamos comer uma comida da manhã juntos




'MBA ló um jeun o'nje Oson
Juntos vamos comer uma comida da tarde
'MBA ló um jeun o'nje Oson
Juntos vamos comer uma comida da tarde
A o'nje jeun ló mba Oson '
Vamos comer a comida da tarde juntos




'MBA ló um jeun o'nje alé
Juntos vamos comer uma comida da noite
'MBA ló um jeun o'nje alé
Juntos vamos comer uma comida da noite
Ló mba A alé jeun o'nje '
Vamos comer a comida da noite juntos

Babalaxé

         Gbàdúrà ti Bàbáláàse
Reza do Babalaxé
Bàbáláàse ní yè wa
O Babalaxé deu-nos a vida
Soju Mòn omon Bàbáláàse um pecado e
Lance os olhos do conhecimento sobre os filhos, e nós Babalaxé Serviremos vos
Fí adósùu mi ní yè wa
Ele tornou-os adôxu E com o oxu deu-nos a vida
Soju Mòn omon Bàbáláàse um pecado e
Lance os olhos do conhecimento sobre os filhos, e nós o Babalaxé Serviremos
Fí ìkóòdíde mi ní yè wa
Pôs em nós ikodidé o e deu-nos a vida
Soju Mòn omon Bàbáláàse um pecado e
Lance os olhos do conhecimento sobre os filhos, e nós o Babalaxé Serviremos

Este gbàdúrà Pode ser mudado para Ìyáláàse substituindo onde estiver Bàbáláàse


Ogum



Gbàdúrà Ògún
Reza de Ogum
Oní ija Oní ija
Senhor da luta, senhor da guerra
Oní ija Oní ija
Senhor da luta, senhor da guerra
Atrás e atrás e meje
Com licença, com licença aos sete
Meje ó rin jé e jojo
Andam os sete e é extremo
A l'eru. Oní ija
O medo que nós sentimos. O senhor da luta
Oní ire, Oní ó ija
Senhor de Irê, senhor da luta
Ó gogoro ará oun
O corpo dele é esguio
Wá gbélé gbe aláàkòro
Venha morar e Proteger a Nossa Casa Senhor do Acoro
Um pecado yin, um pecado imonlè yin
Vos Serviremos Nós, nós vos Serviremos imanlé


E pa Lóònòn sí, lóònòn sí e pa
Para vós que matamos no caminho, para vós que matamos no caminho
Oní ki àwúre, oni ki Awa pa
O senhor que nos abençoa, Senhor para quem matamos
Ògún OníÌré, Lóònòn sí e pa
Ogum Senhor de Irê, para quem sacrificamos no caminho
Olóònòn ki àwúre
Senhor dos caminhos que nos abençoa


Ògún Òrìsà ki ija àwúre
Orixá Ogum luta que e nos abençoa
E ki ló iré gbe ó
Sois aquele que mora em Irê
E E E Daju Awa
Vigie-nos e guarde-nos
Daju e olóònòn ó
Vigie-nos, dono dos Caminhos
Daju e olóònòn Awa
Vigie-nos, dono dos nossos caminhos
E Daju olóònòn ó
Vigie-nos, dono dos Caminhos
E Daju olóònòn Awa
Vigie-nos, dono dos nossos caminhos

Oxossi

Gbàdúrà Òsóòsì
Reza de Oxóssi
Ode to wa sile, nire sile
O caçador é suficiente para a nossa casa, nossa casa para ser feliz
Sí sí omon omon ira Ilé
Para os filhos da casa Serem felizes
Ode to wa um sile nire
O caçador é suficiente para ser feliz Nossa Casa

Ossain

Gbàdúrà Òsónyìn
Reza de Ossain
E jìn e jìn Ewé jìn e ó
Vós destes, vós destes as folhas, vós destes
E jìn e jìn Ewé jìn e ó
Vós destes, vós destes as folhas, vós destes
E Meré jìn-mere Òsónyìn wa Oogun
Vós destes a nós a magia habilmente Ossain
E Meré jìn-mere Òsónyìn wa lé ó
Vós destes a nós a magia habilmente Ossain
Máá Lo Ba inon níigbó ti ibo um bo
Nunca iremos com o fogo às matas onde vos cultuamos
Máá Lo Ba inon níigbó ti ibo um bo
Nunca iremos com o fogo às matas onde vos cultuamos
Wa dé omi máá dé inon
Nós chegaremos com água, jamais com fogo
Máá Lo Ba inon níigbó ti ibo um bo
Jamais iremos com o fogo às matas onde vos cultuamos


Obaluayê

Gbàdúrà Obàluwàiyé
Reza de Obaluayê
Bí um sápadá, bi um sápadá
Se nós corrermos de volta, se corrermos de volta
Dàgòlóònòn é, ó ó Oní yè
Dê-nos licença nos caminhos, Senhos da vida
Eda nji E '
Acordais Vos que as Criaturas
Mo dara àgòlóònòn é
Sê-de bom para mim e dê-me licença nos caminhos

Oxumarê

Gbàdúrà Osumare
Reza de Oxumarê
Daju E Ojo odo
Certamente vossa chuva é o rio
Daju E Ojo odo s'àwa
Certamente vossa chuva é o rio para nós
Osumare e se wa de ojo
Oxumarê é quem trás a nós a chuva
Gbe awa ló sìngbà opé wa
Nós recebemos um e retribuímos com nossos agradecimentos
E Ojo kun wa
É o bastante a chuva para nós
Daju E Ojo odo
Certamente vossa chuva é o rio


Iansã

Gbàdúrà Oya
Reza de Iansã
Tawa l'ewa aláadé
Nossa Bela Senhora dona da Coroa
WA de Oya e Laari ó
Iansã chegou até nós, ela Possui muito valor
O ki wa Dé e Laari o
Nós a saudamos quando chega até nós, ela Possui alto valor
Sun Le oun dé Orun
Ela põe fogo na terra quando chega do céu
Eèpàà hey yéyé Geere
Saudamos a mãe que queima reluzente
Sun Le oun dé Orun
Ela põe fogo na terra quando chega do céu


Pè Enyin um BO e Oya
Chamamo vos-para cultuar-vos Iansã
Pè Enyin um bo Oya
Chamamo-vos para cultuar-vos Iansã
Oya K'àrá ganhou lo
Iansã que leva os raios embora
Pè Enyin um bo Oya e Ìyálóòde
Chamamo-vos para cultuar-vos Iansã, a pimeira-dama da sociedade


Ewa

Gbàdúrà Yewá
Reza de Ewa
NboYewà Pelé ', uma Yewá o nire
Cultuamos delicadamente Ewa, estamos felizes Ewa
Òrìsà yin Yewá um 'NBO
Orixá, estamos cultuando-vos Ewa
Yewá um ó nire
Ewa, estamos felizes


Oxum

Gbàdúrà Òsun
Reza de Oxum
Iyá ó ó yéyé Òsun um 'NBO RI O
Mãe, ó mamãe Oxum, nós a admiramos e cultuamos
Kí yéyé assim, yéyé ki so mi
Cumprimentamo-vos, mamãe, fale, cumprimentamo-vos fale comigo mamãe
L'Orun Mojú l'Onòn
Do céu olhe-me nos caminhos
Ó AYABÁ ki odo gbe l'omi Toju
Ó Rainha que mora no Rio, que toma conta
Olùtojú
Guardiã das águas
 

Yemanjá

Gbàdúrà Yemonja
Reza de Yemanjá
Yemonja inú gbe l'Odon de sìngbà
Yemanjá no rio vive, chega e retribui
Gba ní a tecnologia wi gbe (GBA ní odo yin)
Receba-nos e proteja-nos em vosso rio
Yemonja inú gbe l'Odon de sìngbà
Yemanjá no rio vive, chega e retribui
Gba ni (Agbe wi) yin odo
Receba-nos e proteja-nos em vosso rio
Tó bo sinu odo yin Òrìsà Ògìnyón
Cultuamo-vos em vosso rio suficientemente Orixá dos inhames novos
Gba ní odo yin
Receba-nos em vosso rio
Tó bo sinu odo yin Òrìsà Ògìnyón
Cultuamo-vos em vosso rio suficientemente Orixá dos inhames novos
Gba ní odo yin
Receba-nos em vosso rio


Nanã

Gbàdúrà Naná
Reza de Nanã
A nana ira, uma ira Naná um awo
Faça-nos felizes, Nana, felizes que nós cultuamos um Nanã
Naná um awo pelé um ní-Pelé 'MBA ló sí
Nanã, nós cultuamos um cuidadosamente e vamos embora juntos
Awa Ni l'omo awo
Nós somos filhos do culto
Pelé-MBA pelé ani 'si lo
Cuidadosamente estamos indo embora juntos
Awa Ni l'omo awo
Nós somos filhos do culto

Oxalá

Gbàdúrà ti Òòsààlà
Reza de Oxalá
Baba e pawo (atéwó)
Pai, Batemos palmas para vós
Fun mi kore pò
Dê-me colheita abundante
Baba e pawo (atéwó)
Pai, Batemos palmas para vós
Fun mi kore pò
Dê-me colheita abundante
Saré mi ki maa e pecado
Faça-me Feliz, o filho que vos sauda, cultua
E pawo (atéwó), e divertimento mi
E aplaude, dê-me
Ase kore, pe àse e o o
O axé de colher, peço-vos este axé, ô ô
Saré sin mi k'omon e pawo
Faça-me feliz que sou o filho que vos sauda e aplaude
Saré sin mi k'omon e atewó
Faça-me feliz que sou o filho que vos sauda e aplaude