sexta-feira, 29 de setembro de 2017

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA 01

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

ATÉ ONDE VAMOS FICAR SILENCIOSOS 

Nesta sessão vou postar os vídeos ,as fotos e os casos de Intolerância Religiosa contra as religiões de Matizes Africanas, onde Pessoas de Mau caráter que se intitulam donos da verdade e se escondem atras de uma bíblia cristã e intimidam com armas e cometem crimes e até mesmo assassinato seriam falsos Evangélicos Pessoas Alucinadas e que dizem até mesmo serem enviadas por um Deus Ou por Jesus Cristo.

No mês de setembro de 2017 Ocorreram ataques deste indivíduos que se intitularam membros dos 300 uma facção agora comandada por pastores da igreja Universal  tivemos uma série de ataques a terreiros de umbanda e candomblé na região metropolitana do Rio de Janeiro a qual instaurou uma onda de medo e incerteza em todos que compactuam outra fé religiosa que não seja a cristã,sim estamos voltando ao passado onde a igreja Católica instalou na idade média a inquisição, Durante a Idade Média, a Igreja Católica, a fim de demonstrar seu poder político e também levando em conta a crença da salvação das almas dos hereges, instalou a Santa Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício. As pessoas acusadas de heresias eram interrogadas por membros do clero, podendo ser torturadas ou queimadas nas fogueiras. A Santa Inquisição foi estabelecida por dois principais motivos: primeiro, a efetivação do poder político católico (as pessoas que questionassem a fé católica eram consideradas hereges); e segundo, os católicos acreditavam estar libertando as almas dos hereges, portanto, o corpo pereceria, mas a alma considerada eterna estaria salva. Com essas justificativas, os católicos torturaram e mataram um grande número de pessoas.assim também os Evangélico que nos últimos anos cresceram em grande numero de Integrantes agora querem Impor novamente uma Inquisição agora sob o codinome de Intolerância religiosa onde estamos vendo vários atentados coações torturas em nome da igreja Universal e Igreja Mundial , bem vejamos alguns fatos acontecidos antes mas aa partir do mês de Setembro de 2017 os ataques Intensificaram :
Cristãos Liderados por Pastores Evangélicos Promovem Ataques de intolerância conta Umbanda e Candomblé no RJ. - Polícia investiga caso de intolerância religiosa em Nova Iguaçu Centro Espírita foi invadido em Austin, na madrugada de quarta-feira. Suspeitos roubaram imagens, quebraram objetos dos cultos e espalharam pelo chão: https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/n...


Este vídeo mostra um Debate a respeito de INTOLERÂNCIA RELIGIOSA protagonizado por um Pastor Evangélico e um Babalorixá. Livre para comentários.

Na madrugada do dia 28 de setembro de 2017 ouve mais um ataque  cometido nos últimos tempos contra templos das religiões de matriz afro-brasileira, numa onda de violência que se alastra por todo o território nacional, sustentada pela ignorância e o preconceito primário que, desde sempre, neste Brasil mulato, tenta apagar tudo aquilo que possa nos lembrar das nossas legítimas raízes negras e indígenas.o terreiro da Mãe Rosana lá do água doce foi destruído
Ialorixá Rosana de Iansã
Abaixo temos as fotos comprobatórias da destruição causados por estes Vândalos em nome de Jesus

















Assine uma Petição para os nossos governantes criarem vergonha na cara e fazer algo a respeito isso não pode continuar assine aqui =>  Petição Secretaria Estadual de Cultura, Secretaria Estadual de Segurança Pública, Secretaria Estadual de Direitos humanos 


O Selênio Quelado regula a tireóide, o que faz emagrecer | Faça agora seu pedido na Riqueza Magazine. Menor preço Garantido!

LIVROS UMBANDA E CANDOMBLÉ
LIVROS DE BRUXARIA E MAGIA
LIVROS DE YOGA
LIVROS INDIANOS INDI
LIVROS DAS ERVAS DE PODER
LIVROS SOBRE MACONHA
LIVROS SOBRE AYAHUASCA baixe livros gratis Magazine Sopsections. Menor preço Garantido!

terça-feira, 2 de maio de 2017

EBÓ PARA ATRAIR FORÇAS DAS DIVINDADES AFRICANAS PARA ILÈ ASÉ

EBÓ PARA ATRAIR FORÇAS DAS DIVINDADES AFRICANAS PARA ILÈ ASÉ MATERIAL Uma vasilha branca 9 moedas (se for homem) 7 moedas (se for mulher) 20 gotas de azeite de dendê Sal grosso Gim MODO DE FAZER: Na vasilha coloque água e as moedas. Acrescente sal grosso, gim e o azeite de dendê. Deixe e vasilha no pé de Exu se o tiver assentado, caso contrário, coloque na sala e deixe de uma dia para o outro. Faça o pedido à Iyá  entregando esta oferenda em troca de prosperidade para você e seus filhos de santo. Faça seu pedido saudando a Elá: Elá Boru! Elá Boye!! Elá Bosise!!!

EBÓ EXÚ PARA TRAZER DE VOLTA PESSOA SEQUESTRADA OU PRESA

EBÓ EXÚ PARA TRAZER DE VOLTA PESSOA SEQUESTRADA OU PRESA Material: 1 gaiola sem uso; 3 passarinhos; kilos de Canjica cozida 3 cabacinhas cortadas; mel; azeite de dendê; pinga; 1 peça de roupa da pessoa. Modo de fazer: Trate dos passarinhos em sua casa, por pelo menos 3 dias. Faça essa oferenda na mata, num local onde tenha terra. Antes de entrar na mata, você deve oferecer a Exú as três cabaças (uma com mel, a outra com dendê e a última com pinga). Fale em voz alta, dizendo o que veio fazer, e peça agô, a Exú, para entrar na mata. Feito isso, limpe o local onde você vai fazer a oferenda. Faça um círculo no chão para colocar a gaiola com os passarinhos. Coloque em cima da gaiola a peça de roupa da pessoa. Solte o primeiro passarinho, pedindo para Exú encontrar fulano de tal (pronunciar o nome completo). Solte o segundo pássaro, pedindo que a pessoa seja libertada. Quando soltar o último pássaro, peça que a pessoa venha a salvo até sua casa (fale em voz alta o endereço). Quebre a gaiola totalmente e cubra com bastante ebô , deixando-a no local. Assim que a pessoa retornar, ela deve usar a peça de roupa que você utilizou na oferenda. Obs.: Em agradecimento pelo regresso do ente querido, deve ser copado um Cabrito calçado para Exú.

EBÓ TÓYA KÓSÌ REMOVER DOENÇAS, PRAGAS

EBÓ TÓYA KÓSÌ REMOVER DOENÇAS, PRAGAS, FEITIÇARIAS, BAKU E EGUN Material: 1 Vara de bambu que deverá ser partida, ao comprido, em 4, pega-se 1 parte destes 4 e confecciona-se na ponta deste uma espécie de ponta de flecha, lembre-se embora partida em 4 esta vara continuará com seu comprimento que normalmente chega a 2metros, as vezes até 3. Pinta-se 1 alguidar número 05 e 1 quartinha com tampa sem alça de EfunOssun e Wají. 1 Galinha D‘Angola 1 Ekuru Acaçá Acarajé Aberém 1 Bola de Canjica 1 Bola de Feijão Preto 1 Bola de Arroz 1 Ovo 1 Bola de Farinha Tudo isso em Tamanho exagerado, E 1 Bacia de Pipocas. 1 Estoura Balão (Fogos) Modo de Fazer: Levar o Filho de Santo no mato, no pé de uma Árvore Frondosa. Entregar na mão direita dele a Galinha D’Angola que será segura pelas Patas. Na mão Esquerda a Vara de Bambu, o Alguidar pintado nos Pés da Árvore e Junto a Quartinha sem nada dentro apenas tampada, e pede-se ao Filho de Santo para mentalizar tudo que deseja que saia da Vida dele e do Corpo. E vai se passando todas as comidas começando pelas comidas escuras e terminando com as Pipocas. Ao terminar de passar todas as comidas, o Filho de Santo encosta a Lança de Bambu rente ao Tronco da Árvore, na mão esquerda então, ficará a quartinha. Tira-se a Tampa, pede-se ao Yao fale com a boca dentro da quartinha pedindo para sair tudo de ruim da vida dele,tampa-se a Quartinha e manda-se o Yao atira-la ao chão para que se quebre. O próprio yao faz um Sarayê com a Galinha em seu Corpo e a Joga bem longe com toda a Força. Neste momento, dá-se na mão do Filho de Santo o Estoura Balão que será apontado para bem longe botando para correr então todas as mazelas que estavam na vida daquela pessoa. Durante todo o processo deste ebó, canta-se para Omolu. 

sábado, 3 de dezembro de 2016

SIGNIFICADO E INTERPRETAÇÃO OFUN MEJI.


Ofun Meji é o 10º Odu no jogo de búzios e o 16º na ordem de chegada do sistema de Ifa onde é conhecido pelo mesmo nome.
Responde com 10 (dez) búzios abertos.
Em Ifa é conhecido entre os Fon (jeje) como “Fu Meji”, “Ofun Meji”ou “Ofu Meji”. Os nagôs o chamam também, de “Ofun Meji”, “Làgun Meji” (Lagun significando mistério), “Oji Ofu” por eufonia, “Hekpa”ou “Baba Hekpa”por eufêmica (reza, prece), “Ologbo” (misterioso e maléfico por haver cometido um incesto – Lo).
Em yoruba “Fun” significa doar, dar; “funfun” significa branco e este odu representa esta cor, enquanto que “Ofu” significa perda, prejuízo. A palavra “fu” transmite a idéia de limpar soprando, como quando se assoprar um objeto ou superfície qualquer para retirar a poeira ali depositada.
Sua representação indicial em Ifa é:
* * * *
* *
* * * *
* *
Ofun Meji é um Odu composto pelos Elementos Água sobre Água, o que indica uma ajuda constante e pronta a apoiar o esforço que a invocar, sem obstáculos a serem vencidos ou confrontados.
Sua cor é o branco. É um Odu feminino, representado esotericamente por um Ovo onde se inscreve a direita,
verticalmente, doze pontos em pares superpostos e a esquerda, quatro traços horizontais superpostos. O ovo representa o próprio Ofun Meji, envolvendo todos os outros Odu e a sí próprio. Os quatro traços representam Ogbe Meji, Oyeku Meji, Iwori Meji e Odi Meji, a vida e a morte, o oculto e o revelado. Os doze pontos representam os demais Odu. “Inclusive o próprio Ofun Meji”.
Ofun é a mãe de Ogbe, Pai de todos os demais Odu. Segundo a opinião de alguns advinhos, Ofun Meji é também pai de Ogbe e possui os dois sexos, sendo, portanto, hermafrodita. Ogbe, sendo o seu filho mais velho, reina sobre os demais.
Ofun Meji é portador de um Ló (mistério) de que seria na realidade, o incesto praticado com seu filho Ose Meji. Em decorrência disto, todos os segredos e mistérios são regidos por Ofun que conhecendo o segredo da morte, possui o dom de ressuscitar os mortos.
Ofun Meji representa a grande Mãe e o principio maternal. Sendo a mãe de todos os Odu, e também de toda a criação, não tendo domínio somente sobre o ar, que após haver criado, libertou Ejiogbe que passou a dominá-lo.
Depois de Ejiogbe, Ofun Meji engendrou os demais Odu, possuindo assim o mundo, onde cada Odu criou e simboliza uma parte, sempre sob as ordens e leis estabelecidas por Ofun.
Este Odu rege Homens e mulheres indiscriminadamente, são um signo ligado as Kennesi (*), as aves e a feitiçaria são provenientes dele.
Suas atribuições são tantas que é impossível enumerá-las, assim como é impossível enumerar tudo o que está sob seu domínio.
Para que se tenha uma idéia, podemos afirmar que sob sua custódia, estão todas as coisas que as movem e tudo o que é branco, como por exemplo, os albinos, os cavalos brancos e as pessoas demasiadamente velhas.
Ofun reclama em seus sacrifícios, tudo em numero de dezesseis. Comanda juntamente com Osa e Irosun, as regras femininas. Este Odu é tão perigoso que a maioria dos advinhos omite seu nome diante de profanos preferindo dizer “Hekpa Baba” (Baba, significa papai e Hekpa é uma exclamação que exprime pavor).
Sempre que um advinho encontra este signo costuma dizer: Ló ou Eró, palavras que transmitem, ao mesmo tempo, a idéia de proibição, pecado e mistério: em seguida sopra três vezes sobre as palmas das suas mãos, como se elas contivessem um pó. Este procedimento tem por finalidade afastar a negatividade que acompanha Ofun. Os naturais deste Odu são pessoas fadadas a viverem muitos e muitos anos, conhecendo o sucesso e a realização plena
no decorrer de suas vidas. Adquirem bens materiais somente depois de meia idade, quando se encontram e se realizam espiritualmente, na medida em que se descobrem interiormente.
SAUDAÇÕES DE OFUN MEJI:
Em Fon: Mikan Fu meji Hekpa!
Ku kpodo ku yi le kpa.
Gbe kpodo Gbe yi le kpo.
Azon kpodo Azon yi le kpã
Guda Fligbe, wa yi sa nu mi!.
Kla Sa magba hwe do ta nu mio!
Di Fun, ku hun xu kon.
Se Tura do le do.
Le gbogbo do.
Kpoli agba no je agba ton gudo bo!
Je agba ton nukon!
Dunon Dunon emi yro le leo,
Emi hwele si ye!
Tradução: Saudemos a Ofun Meji, Hekpa! Morte e filhos da Morte, Vida e filhos da Vida. Doenças e filhos da Doença Ogunda Gbe, venha trazer asé ao meu sacrifício! Okanran Ba, que nunca falte um teto sobre minha cabeça! Osetura, isto é para você e também para Ile, a Terra, não importando a quem esteja endereçado sobre a Terra! Signo a quem pertença este sacrifica que possas demorar-te adiante e atrás dele.
Odu, Odu que eu invoquei, eu lhe ofereço água (dito isto se coloca farinha de akása diluída em água sobre o sacrifício ofertado).
Terminada a oferta, uma ultima prece é feita para que seja aceito:
Adra mi do kpe,
Adra we nmi ku-non!
Ku mi do Kpe!
Pe zuzon non se do mon a
E se we do fi-de, hun yi fi lo.
Tradução:
Adra, nós te reverenciamos,
Adra, Senhor da Morte!
Nos te reverenciamos, Iku!
O pássaro que voa não pode tocar aquele cuja cabeça esta protegida.
O perigo não se aproxima daquele que recebeu o Asé.
Se alguém te pede para ir a qualquer parte, você faz com que vá.
(esta ultima frase se endereça ao sacrifício).
Obs.: A segunda parte desta saudação é utilizada somente por ocasião do oferecimento de sacrifícios determinados por Ofun Meji e deve ser recitada sempre, depois de recitadas a primeira parte.
Prece de Ofun Meji (Yoruba):
Orunmila odye mondoye odimala mondimala
Bimala makade awontanimon awondadewe tedimale
Awo n lale awo ti wo n’fo wo kansusu dagba omosoko
Alaba ti n belode Ife awonimon odoyeee mandoyeee
Odimalan mondilmanlan Orunmila oni n’ma olo jagba awa
Do pitan majeta kokpawa Ifá dopitan majetan kokpawa.
Tradução; (Desconhecida)
OFUN MEJI EM IRE:
Quando em Ire Ofun Meji pode indicar, principalmente: Aquisição, riqueza, longevidade, aumento de recursos materiais, aumento de energias físicas e espirituais, credibilidade, segurança, sucesso.
OFUN MEJI EM OSOGBO:
Em Osogbo, este Odu pode indicar: Avareza, obsessão em acumular riqueza, traição, desmoralização, perda do respeito público. Em Osogbo arun indica problemas circulatórios, má circulação, obesidade, apoplexia, abortos, extirpação do útero e do ovário, cirurgias abdominais.
Neste Odu falam as seguintes Divindades:
Orisa: Obatala, Oduduwa, Baba Egun, Iroko e Kposu, (falam todos os Funfun).
INTERDIÇÕES DE OFUN MEJI:
Ofun Meji proíbe aos seus filhos: Beber vinho de palma (emu); peneirar farinha, soprar o fogo, quer seja para apagá-lo, quer para atiçá-lo; usar roupas ou objetos vermelhos; comer galo, porco, crocodilo, elefante e cobra, assim como todos os alimentos que são oferecidos a Dãn e a Nanã. O consumo do sorgo de casca vermelha é também uma de suas interdições.
Estas pessoas devem usar exclusivamente roupas brancas ou de tonalidades muito claras, não podem andar sujas ou em ambientes sujos.
SENTENÇAS DE OFUN MEJI:
(1) Os rios secam, mas Lo-To (*) não seca jamais.
(O consulente viverá por muito tempo e será bem sucedido, mas, deverá permanecer em vigilância constante para não ser prejudicado pela influência de Ose Meji).
(*) Água misteriosa do mar.
(2) Ofun Meji! Nada poderá deter o filho do incesto diante do segredo.
(O cliente está livre de morrer acidentalmente).
(3) O sabão se dissolve sobre a cabeça e desaparece, mas a cabeça continua no mesmo lugar.
(O consulente conhecerá a velhice).
(4) O dinheiro é uma coisa do destino, os tecidos são coisas do destino, os metais são coisas do destino. As roupas são como as pessoas, as pessoas são como as roupas. O homem necessita de roupas para ser admitido na casa de Deus (*)
(Mesmo sentido da sentença anterior).
(*) O fato de morrer nú, constitui-se um ló - quebra de um tabu.
(5) O rato vermelho glenzin diz: “Eu faço meu ninho em todas as casas, em todos os buracos, em todos os armazéns. No dia em que o lavrador recolher os seus grãos, será a minha morte”.
(O consulente penará muito para conseguir o que deseja e, logo depois de conseguir, morrerá).
Ebó: Com uma porção de terra recolhida num armazém ou celeiro, misturada há um pouco de água, o advinho modela um boneco (vokogbe-to), sacrifica sobre ele duas galinhas e um cabrito. Coloca tudo dentro de uma cabaça e enterra no armazém ou celeiro. Isto evita que a previsão da sentença venha a ocorrer.
oloje iku ike obarainan

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ERVAS DE IANSÃ - OYÁ

ORIXÁ DOS VENTOS - IANSÃ (OYÁ).

Devemos ressaltar que tudo que estamos postando é somente uma forma de pesquisa para nossos visitantes, seguidores, amigos de nossa amada RELIGIOSIDADE. Seja ela, da UMBANDA SAGRADA ou do CANDOMBLÉ. Lembrando que tudo que é apresentado aqui é de forma simples, e básica da básica. Pois o ensinos mais aprofundados de qualquer assunto aqui postado é sempre bom e válido pesquisar com seu devido BABALORIXÁ ou IALORIXÁ.

ERVAS DE IANSÃ (OYÁ)




Acoko ou akòko: No culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Ayé (mundo dos vivos) e Orun (mundo dos espíritos). Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grandeopó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com a iyagbá Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.Akòko – origem África, considerada árvore abundante, provedora de propriedade, atribuída aos òrísàs Ossayn e Ogún, esta árvore na África acomoda em suas sombras assentamentos do òrísà Ogún onde seu culto é extenso, na cidade de Iré. Também usada no culto aos ancestrais. Também conhecida como uma árvore de Osoosi.

O Akòko é uma das folhas preferidas, sendo que costuma ser associada sempre a prosperidade, tanto de dinheiro como de filhos. Essa árvore não é uma espécie nativa do Brasil, sendo introduzida aqui pelos africanos, onde se adaptou perfeitamente.

A folha de Akòko é considerada como a folha da realeza, sendo representada na nação Djeje pelo Vodun Dan e na nação ketú pelo Òrísà Osoosi. Segundo a tradição Mahí os galhos do Akòko devem ser levados junto ao corpo, em viagens longas, ou que ofereçam algum tipo de risco. Durante a execução de obrigações difíceis também. Essa medida teria como finalidade atrair a proteção de Gún, que é um guerreiro terrível e que sempre luta pelos seus filhos. Dizem os antigos que esse ewé está ligado ao final do ciclo da iniciação, quando uma nova etapa na vida do iniciado começará. Por isso é uma folha muito empregada durante cerimônias de festejo dos sete anos (Odu Ige) de iniciado, principalmente quando ocorre entrega de oye (cargo).

Segundo alguns, nenhum rei é considerado rei se não tiver levado no seu ori a folha do akòko. Já no culto Egúngun, o akòko desempenha um papel fundamental na união dos seres do Aiyè e Òrún. Seu tronco, que geralmente não é muito ramificado, lembra um grande opó ixé, que ligaria o Céu a Terra. Nesse caso, sua principal relação se dá com Oyá, Senhora dos Ventos e dos eguns, que recebe o título de Alakòko, Senhora do Akòko. Constatamos assim dois aspectos importantes dessa árvore: sua ligação com a ancestralidade e com o elemento ar.



Alface: É empregada nas obrigações de Egun, e em sacudimentos. O povo a indica para os casos de insónia, usando as folhas ou o pendão floral. Além de chamar o sono, pacifica os nervos.


Altéia – Malvarisco: Muito empregada nos banhos de descarrego dos filhos de orixás e na purificação das pedras dos orixás: Nanã, Oxum, Oxumarê, Yansã e Yemanjá. Muito prestigiada nos bochechos e gargarejos, nas inflamações da boca e garganta.



Amoreira (ISAN): Orisás: Oyá e Baba Egun. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: nos rituais de Baba Egun. Terapêutica: folhas: gargarejo contra aftas e inflamações das amídalas, contra diabetes; flores: infecções renais; fruto: reumatismo, artrite, gota e febres.



Angico-da-folha-miúda – Cambuí: Só possui aplicação na medicina caseira a casca ou os frutos em infusão no vinho do porto ou otin (cachaça), age como estimulador do apetite. Os frutos em infusão, também fornecem um licor saboroso, do mesmo modo combate a dispepsia.


Bambu: É um poderoso defumador contra Kiumbas. O banho também é excelente contra perseguidores. Na medicina popular é benéfico contra as doenças ou perturbações nervosas, nas disenterias, diarreias e males do estômago.


Branda Fogo: Considerada erva de Iansã em algumas nações de Candomblé e Umbanda e em outros como sendo de Exu. No grupo que a reconhece como de Iansã, seu uso específico é em banhos e rituais de preparação para a feitura do médium.



Camboatá: Orisás: Oyá, Sango, Yemoja. Elementos: ar/feminino/gùn. Uso Litúrgico: rituais de iniciação, sacralização de objetos rituais, banhos purificatórios. Terapêutica: casca em chá: asma e tosses convulsivas.



Cambuí amarelo: Só é utilizado em banhos de descarrego. A medicina caseira indica como indica como adstringente, e usa o chá nas diarreias ou disenterias.


Catinga-de-mulata: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.


Cordão-de-Frade – Cordão-de-São-Francisco: Seu uso ritualístico se restringe aos banhos de limpeza e descarrego dos filhos de Oyá. O povo a indica para curar asma, histerismo e como pacificadora dos nervos.

Cordão-de-Frade verdadeiro: Essa planta é aplicada em banhos tonificantes da aura e limpezas em geral. O povo afirma que hastes e folhas, em cozimento ou chá, combate a asma, melhora o funcionamento dos rins e beneficia no caso de reumatismo.


Cravo-da Índia – Cravo-de- Doce: Entra em quaisquer obrigações de cabeça e nos abô. Participa dos banhos de purificação dos filhos dos orixás a que pertence. O povo indica suas folhas e cascas em banhos de assento para debelar a fadiga das pernas. Óptimo nos banhos aromáticos.



Cururú ou Bredo s/Espinho (TÈTÈ): Orisás: todos, principalmente Osalá. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais de iniciação (indispensável), agbos, banhos purificatórios, sacralização de objetos rituais.

Terapêutica: escorbuto, cortes, feridas, males do fígado, afecções urinárias, cistite, retenção de urina. As flores ajudam a curar tosses rebeldes.



Dormideira sensitiva: Não conhecemos seu uso ritualístico. A medicina caseira indica esta planta como emoliente, mais especificamente para bochechos e gargarejos, nas inflamações de boca. Indicada como hipnótico, pondo fim a insônia. É utilizado o cozimento de toda a planta.



Erva Prata (EWÉ DÍGÍ): Orisás: Oyá, Yemoja e Osalá. Elementos: ar/masculino/gùn. Uso Litúrgico: agbo, banhos purificatórios, sacudimentos.

Terapêutica: desconhecida.



Erva Tostão (ÉTINPÓNLÁ): Orisás: Sangô e Oyá. Elementos: fogo/masculino/gùn. Uso Litúrgico: Agbos, contra feitiços, nos rituais para ancestrais, pós. Terapêutica: raízes c/vinho: diurético e regularizador renal e hepático.



Espada de Santa Bárbara (EWÉ IDÀ OYÁ ou OBÉ SEMI OYÁ): Orisás: Oyá. Elementos: Água/masculino/gùn. Uso Litúrgico: sacralização de objetos rituais, sacudimentos e proteção. Terapêutica: males das vias respiratórias.



Espirradeira – Flor-de-São-José: Participa de todas as obrigações nos cultos afro-brasileiros. Esta planta é utilizada nas obrigações de cabeça, nos abô e nos abô de ori. Pertence aos orixás Xangô e Yansã, porém há, ainda, um outro tipo branco que pertence a Oxalá. O povo indica o suco das folhas desta contra a sarna e pôr fim aos piolhos. Em uso externo.


Eucalipto-limão: de grande aplicação nas obrigações de cabeça e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos de orixá. A medicina caseira indica-o nas febres e para suavizar dores. Usado em banhos de assento, é também emoliente.



Fedegoso (ÀGBÒLÀ): Orisás: Esú, Oyá e Omolú. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios e sacudimentos. Indispensável nos rituais dos ancestrais. Terapêutica: desconhecida



Flamboiant: Não é utilizado em obrigações de cabeça, sendo usado somente em algumas casas de banhos de purificação dos filhos dos orixás. Porém suas flores tem vasto uso, como ornamento, enfeite de obrigação ou de mesas em que estejam arriadas as obrigações. Sem uso na medicina popular.



Fruta Pão (GBÈRÈFÚTÚ): Orixás: Iroko, Oyá e Osalá. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: afastar egun e "tirar mão". Terapêutica: folhas: diarréias – raiz: vermífugo – fruto: tumores e furúnculos.



Gengibre-zingiber: São aplicados os rizomas, a raiz, que se adiciona ao aluá e a outras bebidas. O povo costuma dizer que é também ingrediente no amalá de Xangô. A medicina caseira a usa nos casos de hemorragia de senhoras e contra as perturbações do estômago, em chá.


Gitó-carrapeta – bilreiro: É de hábito ritualístico empregá-la em banhos de limpeza e purificação dos filhos do orixá a que se destina. O povo indica na cura de moléstia dos olhos. Não aconselhamos o uso interno.


Hortelã-da-horta – Hortelã-verde: Muito usada na culinária sagrada. Entra nas obrigações de cabeça alusivas a qualquer orixá. Participa do abô dos filhos-de-santo. A medicina caseira o aponta como eficiente debelador de tosses rebeldes; de bons efeitos nas bronquites é muito útil no tratamento da asma.


Inhame: Seu único emprego ritualístico é o uso das folhas grandes como toalha nas obrigações de Exu. O inhame é tido como depurativo do sangue na medicina caseira.



Jaborandi: Orixás: Oyá e Xangô. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: sacudimentos. Terapêutica: queda de cabelo.



Jenipapo: As folhas servem para banhos de descarrego e limpeza. A medicina caseira aplica o cozimento das cascas no tratamento das úlceras, o caldo dos frutos é combatente de hidropisia.


Lírio do Brejo: São usados folhas e flores nas obrigações de ori, nos abô e nos banhos de limpeza ou descarrego. O povo emprega o chá das raízes, rizomas, como estomacal e expectorante.


Louro – Loureiro: Planta que simboliza a vitória, por isso pertence a Oyá. Não tem aplicação nas obrigações de cabeça, mas é usada nas defumações caseiras para atrair recursos financeiros. Suas folhas também são utilizadas para ornamentar a orla das travessas em que se coloca o acarajé para arriar em oferenda a Iansã.



Maracujá: Planta eró e de prosperidade associada a Oya e Ibeijí. Suas folhas são utilizadas no àgbo, em banhos de purificação e na consagração dos objetos rituais do orixá. Tem como função realçar simpatia na vida das pessoas. Nas casas-de-santo, com o nome nagô kankìnsen, usam-se, indistintamente, as espécies passiflora edulis Sims., passiflora alata Dryand., e Passiflora foetida L. Uso em Ifá: Embora citada como planta de Ifá, não consta informação sobre seu uso. Nome popular: Maracujá, flor-da-paixão, maracujá fedorento.

Nome latino: Passiflora edulis Sims.,., Passifloraceae.



Mãe-boa: Seu uso se restringe somente aos banhos de limpeza. Muito usada pelo povo contra o reumatismo, em chá ou banho.


Manjericão-roxo: Empregado nas obrigações de ori dos filhos pertencentes ao orixá do trovão. Colhido e seco, previne contra raios e coriscos em dias de tempestades, usando o defumador. Não possui uso na medicina popular.


Maravilha bonina: Utilizada nas obrigações de ori relativas a Oyá: ebori, lavagem de contas e feitura de santo. Não entra nos abô a serem tomados por via oral. O povo a indica para eliminar leucorreia (corrimentos), hidropisia, males do fígado, afecções hepáticas e cólicas abdominais.


Mimo-de-vênus – Amor-agarradinho: Aplica-se folhas, ramos e flores, em banhos de purificação dos filhos de Oyá. Muito usada na magia amorosa, circundando um prato e metade para dentro do prato e metade para fora; regue a erva com mel de abelhas e arreie em uma moita de bambu. Não possui uso na medicina caseira.



Oxibatá (ÒSÍBÀTÀ): Orisás: Osalá e Yemoja (branca), Osun (amarelo), Oyá, Obá e Yewá (rosa), Nanã (lilás). Elementos: água/feminino/èrò. Uso Litúrgico: iniciações, retirada da mão após a morte, obrigações de 7 anos. Terapêutica: afrodisíaco, abortivo, disenterias, diarréias, moléstias da pele.




Para-Raio (IGÍ MÉSÀN): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: ar/masculino/èrò. Uso Litúrgico: limpeza de ambientes, iniciação. Terapêutica: folhas: abortivo, laxante, estimulante intestinal – frutos: hemorróidas, vermes – lenho: feridas, erisipelas e doenças de pele.




Parietária (EWÉ MONÁN): Orisás: Oyá e Osalá. Elementos: ar/feminino/èrò. Uso Litúrgico: Banhos purificatórios, sacudimentos de boa sorte. Terapêutica: irritações e inflamações urinárias, cicatrizante e doenças de pele.



Pata de Vaca (ABÀFÈ): Orisás: Omolú/Obaluaiye (branca), Nanã (branca, rosa e lilás) e Oyá (rosa). Elementos: terra/feminina/gùn. Uso Litúrgico: Agbôs e banhos para os filhos de Omolú, Nanã e Oyá. Terapêutica: a branca é usada no combate ao diabetes, afecções renais e elefantíase.


Pinhão Branco (BÒTUJÉ FUNFUN): Orisás: Ogun, Osòósi, Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: banhos de sorte e prosperidade e sacudimentos. Terapêutica: suco viscoso dos galhos: hemostático e coagulante, cura feridas.


Pinhão Roxo (BÒTUJÉ PUPÁ): Orisás: Oyá e Sango. Elementos: fogo/feminino/gùn. Uso Litúrgico: o mesmo do pinhão branco. Terapêutica: a mesma do pinhão branco.



Romã: Erva Sagrada pertencente a Yansã. As folhas são utilizadas em banhos de descarrego. A medicina popular emprega o cozimento das cascas dos frutos para o combate de vermes e o mesmo cozimento para gargarejos nas inflamações de garganta e da boca.



Umbaúba (ÀGBAÓ): Orisás: Branca – Yemoja, Osanyin e Nanã; Roxa – Sango (pega folha prateada também), Oyá e Nanã. Elementos: terra/feminino/èrò. Uso Litúrgico: rituais e banhos de purificação, oferendas de frutos a Osanyin. Terapêutica: frutos: asma e bronquites – chá das folhas: hipertensão, doenças respiratórias, cardíacas, renais e diabetes.