segunda-feira, 12 de setembro de 2011

PORQUE OXALÁ USA EKODIDÉ





O nome Oduduwa pode ser traduzido como a cabaça de onde jorrou a vida. Muitos costumam se enganar e a afirmar que Oduduwa seria um Orixá masculino ao invés de feminino, mas o que ocorre é uma confusão entre a divindade feminina Oduduwa com o ancestral iorubano divinizado Oduduwa, que na verdade é conseiderado em território africano como sendo uma forma humana da deusa Oduduwa, ou seja, o guerreiro legendário e a deusa Oduduwa seriam as mesmas pessoas. Esta é uma visão muito ampla no que concerne à essência divina mas isso é algo que vai muito além da capacidade de aceitação de algumas pessoas e sacerdotes.
O surgimento de Oduduwa, bem como o de Obatalá, é muito interessante. Diz-se que involuntariamente nos primórdios da criação, quando a única coisa existente nos mundos era o Olorun, a grande energia primordial, Oduduwa, a deusa, surgiu do corpo de Olorun, a grande energia primordial, assim como Obatalá e outra tantas divindades.
Foi Oduduwa quem criou a terra e todo o universo como o conhecemos e, ao lado de Obatalá, possibilitou o surgimento da vida

Muito tempo depois de Oduduwa chegar em Ilé Ifé , e começou adorar o culto das águas de Oxalá, aconteceu que, logo no primeiro ano quando estava perto das festas, Oxalá escolheu uma senhora das mais velhas do terreiro, chamada Omón Osún, para sua roupa, adornos e apetrechos, depositando com toda benevolência nas mãos delsa aquele direito especial para tomar conta de tudo que lhe pertencesse, da coroa ao sapato.

Omón Osún, por nunca ter tido um filho, criava uma menina. Dessa data por diante, ela e a menina ficaram sendo odiada por algumas pessoas que faziam parte deste terreiro e que, por inveja de Omón Osún, começaram a tramar novidades, procurando um meio qualquer para fazer Oxalá se zangar com ela e tomar o àsè entregue por Oxalá. Fizeram coisa que até deus dovida contra Omón Osún. Porem nada surtia efeito.

Cada vez mais Oxalá ia aumentando a amizade e a dedicação por Omón Osún. Ela era dotada ao comprimento de suas obrigações e não dava margem alguma para ser por ele repreendida. Como dizem que a águua bate na pedra até que futra, aconteceu que no dia da festa, a invejosa desiludidas por não poderem fazer o q eu desejam, de passagem pela casa de Omón Osún, se depararam com a coroa de Oxalá, que lea tinha areado e colocado no sol para secar. Quando elas viram a coroa de Oxalá, muito bonita e mais reluzente do que nunca, combinaram de roubar a coroa e jopgar no fundo do mar. E assim feram.

Quando Omón Osún foi pegar a coroa para guardar, não a encontrou, ficou louca.procura daqui procura dali, remexendo tudo procurando em todos os cantos da casa e nada da coroa aparecer. As envejosas, a aflisão que estava passando Omón Osún e suas filhinhas, satisfeitas pelo mal que tinham causado, riam as gaifadas, dizendo: agora sim quero ver como ela vai se explicar com Oxalá amanha quando ele procurar a coroa e não encontrar...

A essa altura Omón Osún, completamente atordoada, só pensava em se matar e já estava resolvidaa fazer isso, para não passar vergonha perante Oxalá. Foi quando a mininazinha, sua filha de criação, disse mamãe, por que a senhora não vai na feira amanhã bem cedinho e não compra o peixe mais bonito que estiver lá ? A coroa de Oxalá deve esta na barriga deste peixe. E assim amenina exestiu tanto que Omón Osún decidiu aceitar o que a menina aconselhou, dezendo:fique tranqüila minha filha, por que demadrugada eu vou até a feirave se encontro com esse peixe que você imagina, ter a coroa do rei Oxalá na barriga.

A menina foi dormi tranqüila. Omón Osún, coitada, na Ao pode dormi toda noite preocupada e a madrugada chega e ela sai pra feira mais não cosegue encontrar aquele bendito peixe, que a menina julgava ter uma coroam na barriga.mais adiante ela encontro um senhor vendendo um peixe, o qual era o único que se encontrava no mercado.

Omón Osún comprou o peixe e foi correndo para casa, a fin de destrincha-lo. Queria ver se sua filha tinha aconselhado bem, para ela poder obter a paz e traquilidade espiritual, encontrando a coroa de Oxalá.assim que ela chegou em casa foi direto para cozinha para abrir a barriga o peixe. Porém. Não conseguiu. Quando ela estava se acabando de chorar e labutando para abrir a barriga do peixe, a menina acordou e foi logo perguntaNDO: MAMÃE COMPROU O PEIXE? A SENHORA DEIXA QUE EU ABRA A BARRIGA DELE?

Omón Osún bastante chorosa, respondeu: minha filha a barriga é muito dura. Eu não posso abrir, quanto mais você; amenina se levantou foi ate a cozinha, apanhou um cakumbú e foi rasgando abarriga do peixees se abriu em bandas, deixando aparecer a coroa de Oxalá ainda ,ais bonita do que era antes.

Omón Osún se abraçou com a menina e de tanto acontentamento não sabia o que fazer com ela. Carregava. Beijava, dançava, cantava, por fim, Omón Osúnolhando para amenina. E em seguida votando as vistas para o céu disse: Olórun deus que lhe abençoe. Sua manzinha esta sendo perseguida, porém com a fé que tem no seu eledá, anjoi da guiarda, não há de ser vencida.

Limparam muito bem limpa a coroa e quardaram muito bem quardada junto com os outros pertence de Oxalá.em seguida Omom Osún cozinhou o peixe e fez um grande almoço e convidou a todos da casa para almoçar com ela, dizendo que esta festejando o dia da festa de Oxalá.

Ao meio dia Omón Osún jutamente com sua filhinha, serviu o almoço acompanhado de aluwá a bebida predileta de Oxalá, a qual os erés dão nome de mijo do pai. Depois do almoço, todos foram descançar para na hora determinada da inicio a festa das águas de Oxalá.

As invejosa quando viram todo aquele movimento, Omón Osúnmuito contente como se nada tivesse acontecido a ponto de dar até um banqueteem homenagem a festa de Oxalá, ficaram malucas. Uma delas perguntou: sera que ele encontrou a coroa ? oputra respodeu, eu bem disse que queimasse. E a outra, mais danada ainda, dizia: eu disse a vocês que o era cavar um buraco bem fundo e enterra. A primeira procurando acalmar os ânimos, disse para as outras: vamos esperar até a hora que ela apresewntar as roupasd de Oxalácom todos os armamentos. Se a coroa estiver no meio, o jeito que temos eé fazer um grande ebo e colocar na cadeira que ela vai se sentar ao lado de Oxalá. O ebo, sacrifio pode ser empregado para o bem ou o mal. Quando estava perto da hora de começar a festa, Omón Osún apresentou a Oxalá toda a roupa com todo armamentos, deixando as invejosas mais danada e com mais desejo de vingança, a popnto de procurarem fazer ebo por elas idealizado e colocado na cadeira a onde Omón Osún era obrigada a sentar-se por ordem de Oxalá.

Começou a festa co,m a maior alegria possível, Oxalá chegou a companhado de Omón Osún e se sentou-se no trono. Omón Osún sem saber o que estava sendo feito contra ela, também sento-se na cadeira ao lado de Oxalá.

Quando começaram as cerimônias e que Oxalá precisou colocar sua coroa, virou-se para Omón Osún e pediiu para ela apanhar a coroa. Omón Osún quis se levantar e não pôde. Fez força para um lado para o outro, e nada de poder levantar-se, até quando ela desidiu levantar-se de qualquer jeito, devido a grande dor que sentiu olhou para cadeira e viu que estava toda suja de sangue.

Alucinada de dor e em saber que Oxalá de forma alguma podia ter algo vermelho perto dele, por que era ewó, saiu esbaforida pela porta afora,indo-se esbarra na casa de Èsù

Quando èsù abriu a porta e viu omón Osún toda suja de sanguidisse:você vindo desse jeito da casa de meu pai infrigiu o regulamento e eu não posso lhe abrigar, e fechou a porta. Daí ela foi para casa Ògún e Osààsí,de todos os orisás, e sempre diziam a mesma coisa que disse Èsù. Só restava a casa de Osún, esta já tinha sabido o que estava acontecendo e estava a sua espera. Omón Osún, se jogando nos pés dela, disse: minha mãe, me valha, estou perdida. Oxalá não vai me querer mais em sua casa.

Osún disse para ela não se preocupe, que um dia Oxalá ia busca-lá de volta. Desepois Osún, usando de sua magia, fez com que do lugar onde sangrava em Omón Osún saise ekodidé pena vermelha de papagaio da costa, ate quando sarou a ferida.

Osún depois de ter colocado todo aquele akodidé numa grande igbáreuniu todo seu pessoal e toda noite faziamum siré cantando assim: ( bi o ta ladé, bi o ta ladé, iru male, iya omim ta ladé, oto ru èlefan kobajá obirin, iya omim ta ladé.

E assim Osún, ricamente vestida sentada no seu trono, com Omón Osún ao seu lado, a cuia de akodidé e as vasilçhas para colocarem os dinheiros em frente a elas, recebia as as visitas de todos os orisás que iam até la para ver e saber por que Osún estava fazendo aquela festa todas as noites, todos que la chegavam e se enteiravam do acontecimento, se era homem dava dobale, se estirava de peito no chão para ?Osún, depois apanhava um akodidé, e colocava uma certa quanytia na vasilha que estava ao lado para ser colocado o dinheiroo, e se era mulher, dava iká, que dizer, se deitava no chão de um lado e do outro para Osún e, em seguida apanhava um akodidé e colocava também o dinheiro na referida vasilha.

Tudo aquilo que estava acontecendo no palácio de Osún ficou sendo muito propagado, e as invejosas faziam todo possível para que Oxalá não soubesse. Um dia sem que elas observarem que Oxalá estava por perto, começaram a comentar o caso, quando uma delas disse: com ele não tem quem possa. Depois de tiudo que nos fizemos, depois de ter acontecido o que aconteceu aquui no palácio de Oxalá e de ter sido enjeitada por todos os orisás, vocês não estão vendo que Osún abrigou ela ? curou, consequindo que do lugar que sangrava saicem akodidé, fazendo uma grande fortuna e almentando a sua riquesa. Agara só nos resta é fazer com que o velho não saiba com que estava acontecendo no palácio de Osún, se não é bem capaz de quere ir até la.

Nisso velho Oxalá pigarreou dando a emntender que tinha ouvido toda conversação. Ordenou a elas que procuracem saber que hora começava o siré no palcio de Osún e que elas iam servi de companhia pára ele pode ir apreciar o siré e tomar conhecimento do que estava acontecendo.

Quando elas ouviram Oxalá falar desta maneira bem pertinho delas, a terra lhes faltou nos pés e o remoço montou no seu cangotes,fazendo com que elas fugissem para nunca mais voltar ao palácio de Oxalá.

À noite depois do jantar Oxalá, cansado de esperar pelaqs três invejosas e não vendo qualquer u,ma delas aparecer, disse: fugiram com medo com que eu a castigasse pela grande injustiça que cometeram, não sabendo de que o castigo será dada por elas mesmas.

E assim Oxalá diroigiu-se para o palácio de Osún a fim de assistir o siré e saber qual a causa do mesmo.quando Oxalá chegou ao palácio de Osún, madou anuciar a sua chegada. Osún, mais bonita do que nunca coberta de ouro e de muitas jóias dos pés a cabeça sentada no seu rico trono, mandou que Oxalá entrasse e contibuou o siré cantando: bi o ta ladé, bi o ta ladé, iru male, iya omim ta ladé, oto ru efan kobajá obirin, iya omim ta ladé.

Quando Oxalá entrou ficou absmado de ver tanta riquesa e quando reparou bem para Osún, que viu ao seu lado Omón Osúin, a pessoa que cuidava dele e de todas as suas coisas, a quem ele julgava ter perdido devido aop que tinha acontecido, não se conteve se jogou também no chão dando dobale para Osún, apanhando u akodidé e colocando bastante dinheiro na vasilha.

Osún quando viu o velho dar dobale para ela, se levantou cantando: Dodô fin dódóbalè, ko binrin iya omim, ta ladé, e foi ajudar Oxalá a se levantar do chão.

Depois que Oxalá se levantou Osún pegou Omón Osún pela mão e entregou a Oxalá dizendo: aqui esta a vossa ze3ladora, sã e salva de todo mal que desejaram para ela, para que ele ficasse odiada por vós. Oxalá agradecendo a Osún disse: Osún em agradecimento a tudo o que fizeste de bem e para amenizar os sofrimentos de Omón Osún, eu Oxalá, prometo leva-la de volta para o meu palácio e de hoje em diante nunca hei de me separar desta pena vermelho que é o akodidé e que sera o único sinal desta cor que carregarei sobre meu corpo..

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